Casos de dengue despencam após pico em 2024 e país registra cenário mais controlado em 2026

Queda nos casos é associada à intensificação de campanhas de prevenção e conscientização, aponta infectologista da Santa Casa de Chavantes 

Após o pico registrado em 2024, quando o Brasil contabilizou mais de 5,9 milhões de casos prováveis de dengue e 6.321 mortes, os números da doença mostram uma queda expressiva nos anos seguintes, segundo dados do monitoramento das arboviroses do Ministério da Saúde. Em 2025, foram registrados 1,4 milhão de casos e 1.787 óbitos. Já em 2026, até o momento, o país soma 11.975 casos prováveis, sem mortes confirmadas, além de um coeficiente de incidência de 5,6, bem abaixo dos índices observados nos anos anteriores.
 

A dengue é uma doença viral transmitida principalmente pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, que se prolifera em locais com água parada, comuns em áreas urbanas. A transmissão ocorre quando o mosquito se infecta ao picar uma pessoa doente e, posteriormente, transmite o vírus a outras pessoas. O aumento das temperaturas e das chuvas favorece a reprodução do inseto e eleva o risco de circulação da doença.
 

Os sintomas costumam surgir entre quatro e dez dias após a picada e incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dor atrás dos olhos, náuseas, cansaço intenso e manchas vermelhas pelo corpo. Em casos mais graves, podem aparecer sinais de alerta, como dor abdominal persistente, vômitos repetidos, sangramentos e queda da pressão arterial.
 

“O reconhecimento precoce dos sintomas é fundamental para evitar complicações. Quando o paciente procura atendimento logo no início do quadro, é possível acompanhar a evolução da doença e reduzir o risco de formas graves”, explica a infectologista da Santa Casa de Chavantes, Dra. Camila Real Pelloso.
 

Para a especialista, a redução expressiva dos casos está diretamente ligada às ações de prevenção. “A intensificação das campanhas de orientação e o trabalho contínuo de conscientização ajudam a população a entender como o mosquito se prolifera e o que pode ser feito dentro de casa para eliminar focos. Esse esforço coletivo tem impacto direto na queda dos números”, afirma.
 

Entre as principais medidas preventivas estão eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas d’água e reservatórios bem fechados, limpar calhas e ralos e descartar corretamente lixo e entulho. A orientação é que, diante de sintomas compatíveis com dengue, a população evite a automedicação e procure atendimento médico.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp) 

Ação de Segurança do Paciente no HMUT

Nesta sexta-feira (06), realizamos uma atividade com os colaboradores sobre a higienização correta das mãos, reforçando a técnica adequada e os 5 momentos […]

Música que acolhe e emociona na Santa Casa de Chavantes

Nesta sexta-feira (6), a Santa Casa de Chavantes recebeu novamente o projeto ALEGRECANTO, levando leveza, sorrisos e momentos de acolhimento para pacientes e […]

Equipes do HM de Americana participam de capacitação prática sobre sondagem vesical masculina

Com foco na segurança do paciente e na atualização técnica dos procedimentos, coordenadores e supervisores das equipes assistenciais do Hospital Municipal Dr. Waldemar […]

Unacon de Americana promove manhã especial com ações em homenagem ao Dia da Mulher

A Unacon (Unidade de Alta Complexidade em Oncologia) de Americana viveu uma manhã marcada por emoção, acolhimento e delicadeza nesta quarta-feira (4). Em […]