HMUT conquista acreditação ONA Nível 1 

O Hospital Municipal Universitário de Taubaté (HMUT), administrado pelo Grupo Chavantes, celebra a conquista da certificação ONA Nível 1, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Evento interno de formalização reuniu autoridades da região, além de gestores, lideranças e profissionais da unidade.

A certificação reconhece instituições de saúde que atendem padrões de qualidade e segurança assistencial. Segundo a Organização Nacional de Acreditação (ONA), no Nível 1, a instituição precisa cumprir ou superar 80% dos padrões de qualidade e segurança definidos pela metodologia. A avaliação considera todas as áreas da unidade, incluindo aspectos estruturais, administrativos e assistenciais.

Dados divulgados pela própria ONA apontam que o Brasil possui cerca de 380 mil serviços de saúde cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Desses, apenas 2.469 possuem acreditação. A ONA responde por aproximadamente 73% dessas certificações, reunindo cerca de 1.800 instituições acreditadas, entre elas 477 hospitais.

Levantamento publicado pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Desafios de Qualidade em Saúde no Brasil,  apontou que apenas 459 dos 6.411 hospitais do país possuíam algum tipo de acreditação, equivalente a 7,2% do total, evidenciando a complexidade e o rigor necessários para alcançar esse reconhecimento.

A acreditação ONA é um processo voluntário e periódico de avaliação da qualidade em serviços de saúde. A metodologia é considerada uma das principais referências do país para análise de segurança assistencial, organização institucional e maturidade dos processos internos. O certificado ONA Nível 1 possui validade de dois anos.

No HMUT, o processo de certificação foi conduzido pelo Grupo IBES (Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde) e envolveu avaliação de protocolos internos, fluxos assistenciais, gestão de riscos, segurança do paciente, organização dos processos e conformidade documental. O trabalho também incluiu revisão de rotinas, fortalecimento de protocolos e capacitação das equipes.

Mais do que a entrega de um certificado, a acreditação representa um processo contínuo de transformação institucional. A metodologia exige diagnóstico, organização de evidências, adequação de processos e envolvimento direto das equipes em diferentes áreas do hospital.

A presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Bellotto Turim, afirmou que a acreditação representa uma decisão institucional de investir em qualidade e segurança assistencial.

“Uma certificação como essa exige investimento, planejamento e envolvimento de todas as equipes. Mesmo diante dos desafios financeiros dos contratos de saúde, o Grupo Chavantes entende que investir em qualidade, processos e segurança do paciente é investir diretamente na assistência prestada à população”, destacou.

Segundo a presidente, o reconhecimento também reforça a política de qualidade adotada pelo grupo nas unidades sob sua gestão. “Hoje o Grupo Chavantes possui nove unidades certificadas e outras em preparação para esse processo. Isso demonstra um compromisso contínuo com a melhoria da assistência e com a segurança dos pacientes”, completou.

Sobre o HMUT

O HMUT é um hospital de referência em alta e média complexidades, que atende 39 municípios da região metropolitana do Vale do Paraíba. Além dos atendimentos emergenciais nos Prontos-socorros (Infantil e Ginecologia/Obstetrícia), a unidade oferta a população atendimentos em diversas especialidades de saúde, englobando as áreas de cardiologia, dermatologia, endocrinologia, fonoaudiologia, gastroenterologia, hematologia, infectologia, mastologia, nefrologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia, psiquiatria e cirurgia geral.

Sobre o Grupo Chavantes

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 35 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

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Serviço de Clínica Médica do HMUT realiza encontro científico sobre manejo de sepse e choque séptico

O Serviço de Clínica Médica do Hospital Municipal Universitário promoveu na última quarta-feira (13), um encontro científico estratégico focado no manejo de pacientes graves. O evento reforça o compromisso contínuo da instituição com a educação médica e com a atualização constante de suas equipes assistenciais.

O tema central do debate foi o reconhecimento precoce e o tratamento da sepse e do choque séptico, condições clínicas críticas onde a agilidade e a precisão em cada minuto são decisivas para o prognóstico do paciente. Durante a atividade, foram abordados tópicos essenciais que vão desde a estabilização respiratória e ressuscitação volêmica até o uso racional de protocolos invasivos e a escolha assertiva de antimicrobianos.

Momentos de integração acadêmica e científica como este consolidam a missão do HMUT de oferecer uma assistência hospitalar segura, humanizada e integralmente baseada em evidências científicas. A troca de experiências entre profissionais de diferentes níveis de formação eleva diretamente o padrão do atendimento prestado à comunidade.

A instituição parabeniza todos os docentes, residentes, alunos e profissionais pela dedicação à educação médica continuada. Essa busca constante pela excelência técnica e pelo conhecimento compartilhado é o que transforma o HMUT em uma referência de cuidado e saúde em Taubaté.

Treinamento em Suporte Básico de Vida promovido pelo Grupo Chavantes em Vilhena capacita comunidade para salvar vidas

O Treinamento em Suporte Básico de Vida para Leigos, realizado pelo Grupo Chavantes no dia 11 de maio, representou um importante investimento coletivo em segurança e cidadania. A atividade foi sediada nas instalações da nova UTI, que se encontra em fase final de reforma, unindo o aprendizado prático à modernização da estrutura de atendimento da instituição.

Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de aprender técnicas essenciais de reanimação cardiopulmonar (RCP), manobras de desobstrução das vias aéreas e as formas corretas de agir em situações críticas até a chegada do atendimento médico especializado. A condução dedicada dos residentes de Urgência e Trauma permitiu que cada pessoa praticasse as manobras, compreendendo a importância da agilidade e da precisão em emergências.

Mais do que uma capacitação técnica, o aprendizado fortalece toda a comunidade local, que agora passa a contar com cidadãos preparados e confiantes para prestar os primeiros socorros. Esse tipo de iniciativa demonstra como a disseminação do conhecimento técnico pode transformar a realidade e proteger vidas fora do ambiente hospitalar.

O Grupo Chavantes expressa seu agradecimento a todos os presentes e reafirma o compromisso com a educação em saúde e com o desenvolvimento social. Ações como essa consolidam a visão de que o conhecimento compartilhado é uma das formas mais eficientes de multiplicar o cuidado e a segurança de todos.

Gesto de solidariedade e amor ao próximo transforma dor em esperança através da doação de órgãos em Vilhena

Na última sexta-feira (08), a história de uma mulher vilhenense de 49 anos e mãe de oito filhos transformou-se em um legado que ultrapassa fronteiras. Por meio do ato nobre da doação de órgãos, a trajetória de generosidade dessa paciente continua viva e levando esperança para pessoas que aguardavam por uma nova chance nas cidades de Manaus, Brasília e Porto Velho.

O procedimento de captação permitiu que rins, fígado e córneas fossem destinados a pacientes que dependiam desses transplantes para recomeçar. Mais do que um ato médico, a decisão representa uma profunda homenagem à coragem da família e ao altruísmo de quem, mesmo diante de uma perda irreparável, escolheu estender a mão para salvar e melhorar a qualidade de vida de outras pessoas.

A doação de órgãos é o elo que permite ao amor seguir adiante, transformando a saudade em uma corrente de solidariedade. Esse gesto reforça a importância da conscientização sobre o tema e do diálogo em família, que é a base para que vidas possam ser salvas.

O Hospital Regional expressa seu mais profundo respeito e admiração pela decisão familiar, reafirmando que, onde há doação, há vida. O compromisso com o acolhimento humanizado se estende também ao amparo dessas famílias que, em momentos tão delicados, escolhem fazer o bem ao próximo.

Parceria entre Hospital Municipal de Itu e Vigilância Epidemiológica promove imunização contra a gripe para colaboradores

Uma ação conjunta entre o Hospital Municipal e a Vigilância Epidemiológica do município realizada entre 13 e 14 de maio, promoveu a imunização contra a gripe voltada aos colaboradores da instituição. A iniciativa teve como principal objetivo reforçar a prevenção da influenza, garantindo a proteção dos profissionais de saúde e demais equipes que atuam diariamente na linha de frente do atendimento à população.

A vacinação do corpo colaborativo é considerada uma medida fundamental de segurança institucional, reduzindo o risco de adoecimento, evitando afastamentos e assegurando a continuidade da assistência hospitalar com alto padrão de qualidade.

Além de oferecer proteção individual a cada profissional, a campanha de imunização contribui diretamente para a construção de um ambiente hospitalar mais seguro, minimizando riscos para pacientes, acompanhantes e toda a comunidade assistida.

Com essa mobilização, o Hospital Municipal reafirma seu compromisso contínuo com a promoção da saúde e com o bem-estar de suas equipes. A instituição reconhece que o cuidado com quem cuida é o pilar essencial para oferecer um atendimento humanizado e cada vez melhor à sociedade.

Ação da Comissão de Humanização do Hospital Municipal de Americana conscientiza sobre o Maio Laranja

No dia 18 de maio, a Comissão de Humanização do Hospital Municipal realizou uma ação especial de conscientização voltada ao Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A iniciativa reforça o papel da instituição na disseminação de informações essenciais para a segurança e a proteção da infância e da juventude.

Durante a atividade, foram entregues materiais informativos aos pacientes e familiares, com orientações sobre como identificar sinais de violência e a importância dos canais de denúncia. A conscientização também ganhou um tom de acolhimento para o público infantojuvenil: cada criança atendida no Pronto-Socorro Infantil recebeu um lápis personalizado com a arte da campanha, levando a mensagem de cuidado de forma lúdica.

O objetivo da ação foi aproximar a comunidade de um tema delicado, mas de extrema relevância, transformando o ambiente hospitalar em um espaço de diálogo e esclarecimento. A informação e a sensibilidade são ferramentas fundamentais para fortalecer a rede de proteção social.

A iniciativa reforça o compromisso do Hospital Municipal em oferecer uma assistência que vai além do tratamento clínico, promovendo o bem-estar e a segurança integral de toda a família. Proteger a infância é uma responsabilidade coletiva, e cada gesto de conscientização contribui para um futuro mais seguro.

Roda de conversa na UPA Dona Rosa fortalece o combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil

Em alusão ao Maio Laranja e ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a UPA Dona Rosa promoveu, nesta segunda-feira (18), uma importante roda de conversa. O evento reuniu as equipes da unidade e contou com a participação especial da conselheira tutelar de Americana, Rita Lima.

O encontro proporcionou um espaço fundamental de aprendizado, conscientização e reflexão sobre o papel dos profissionais de saúde e da sociedade na proteção de menores. Durante a atividade, foram debatidas a importância do acolhimento qualificado, da escuta atenta e os fluxos corretos para a realização de denúncias.

A iniciativa visa fortalecer a rede de apoio local, garantindo que as equipes estejam ainda mais preparadas para identificar sinais de vulnerabilidade e agir de forma rápida e segura. Campanhas como essa reforçam o compromisso da unidade com o bem-estar social e com a defesa dos direitos humanos.

A ação lembra a todos que a proteção infanto-juvenil é um dever coletivo. Com essa mobilização, a UPA Dona Rosa reafirma seu papel não apenas na assistência à saúde, mas também como agente ativo na construção de uma comunidade mais segura e protetora para as crianças e adolescentes.

Ações especiais de reconhecimento marcam o Dia da Enfermagem no Hospital Municipal de Americana

Em celebração ao Dia da Enfermagem, comemorado em 12 de maio, o Hospital Municipal de Americana realizou uma ação especial de reconhecimento aos profissionais que fazem a diferença todos os dias no cuidado aos pacientes. A iniciativa reforça o compromisso da instituição em valorizar aqueles que dedicam suas vidas ao bem-estar do próximo.

Durante a ação, a gerente assistencial percorreu as alas da unidade para entregar presentes e, principalmente, levar uma mensagem de agradecimento e valorização a cada colaborador da enfermagem. O momento foi marcado por sentimentos de proximidade, escuta e conexão, estreitando os laços entre a liderança e as equipes de frente.

Mais do que uma homenagem, a iniciativa simboliza o carinho, o respeito e o reconhecimento de toda a instituição e da diretoria do HMA ao corpo de enfermagem. Esses profissionais diariamente exercem seu trabalho com dedicação, sensibilidade e um compromisso inabalável com a vida e com a recuperação de cada paciente.

A ação reforça a importância de momentos de integração e agradecimento no ambiente hospitalar, onde o cuidado com quem cuida é fundamental. O HMA segue empenhado em promover um ambiente de trabalho acolhedor, celebrando o talento e a entrega de sua equipe assistencial.

Exames oftalmológicos crescem mais de 300% na Santa Casa de Chavantes

No Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, instituição alerta para doença silenciosa e 
destaca avanço no acesso ao diagnóstico

O dia 26 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, data dedicada à conscientização sobre uma doença ocular silenciosa, progressiva e que pode levar à perda irreversível da visão quando não é diagnosticada e tratada adequadamente. Referência de alta complexidade em oftalmologia na região, a Santa Casa de Chavantes reforça a importância da prevenção e do acompanhamento regular, especialmente entre pessoas com fatores de risco.
 

Dados internos da instituição mostram uma ampliação expressiva da assistência oftalmológica entre 2024 e 2025. No período, o número de consultas oftalmológicas passou de 3.618 para 8.341, crescimento de aproximadamente 130%. Os exames oftalmológicos também tiveram alta significativa, passando de 14.636 para 69.551. Já as consultas voltadas ao glaucoma subiram de 336 para 729, mais que o dobro do volume registrado no ano anterior.
 

A evolução também aparece nos procedimentos cirúrgicos. No mutirão de cirurgias, os procedimentos de catarata passaram de 464, em 2024, para 2.142, em 2025. As cirurgias eletivas também cresceram, saindo de 76 para 226 no mesmo período. Para a Santa Casa de Chavantes, os números refletem o fortalecimento da linha de cuidado em oftalmologia e a ampliação do acesso da população a consultas, exames especializados e tratamentos.
 

Segundo o oftalmologista da Santa Casa de Chavantes, Dr. Renato Bezerra Kitahara, o glaucoma exige atenção justamente porque, na maioria dos casos, não apresenta sinais nas fases iniciais.
 

“O grande risco do glaucoma é que ele pode evoluir por anos sem causar dor ou alteração perceptível na visão. Quando o paciente percebe a perda visual, muitas vezes já houve comprometimento importante do nervo óptico. Por isso, o exame oftalmológico regular é a principal estratégia para o diagnóstico precoce e a preservação da visão”, explica.
 

O glaucoma provoca lesão no nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais dos olhos ao cérebro. Em muitos casos, a doença está associada ao aumento da pressão intraocular, mas também pode ocorrer em pacientes com pressão ocular dentro da faixa considerada normal. Trata-se de uma condição crônica, sem cura definitiva, mas que pode ser controlada com acompanhamento adequado, uso de medicamentos, tratamento a laser ou cirurgia, conforme a indicação médica.
 

Nas fases iniciais, o glaucoma costuma ser assintomático. Com a progressão da doença, pode haver perda gradual da visão periférica, dificuldade para enxergar objetos nas laterais, sensação de visão em túnel e, em estágios avançados, comprometimento severo e irreversível da visão. Como a visão central pode permanecer preservada por mais tempo, muitos pacientes só procuram atendimento quando a doença já está avançada.
 

Entre os principais fatores de risco estão idade avançada, histórico familiar de glaucoma, pressão intraocular elevada, alta miopia, uso prolongado de corticoides, diabetes e maior predisposição entre pessoas negras. Pacientes que se enquadram nesses grupos devem manter acompanhamento oftalmológico regular.
 

“O tratamento tem como objetivo controlar a doença e evitar a progressão da perda visual. Em muitos casos, o uso correto de colírios é suficiente, mas também há situações em que indicamos tratamento a laser ou cirurgia. O ponto mais importante é que o paciente não interrompa o acompanhamento, mesmo quando está enxergando bem”, reforça o especialista.
 

O diagnóstico é realizado por meio de avaliação oftalmológica, com medição da pressão intraocular, exame de fundo de olho e, quando necessário, exames complementares, como campo visual e tomografia de coerência óptica, conhecida como OCT. A recomendação é que pessoas com fatores de risco não esperem o surgimento de sintomas para procurar atendimento.
 

“Quanto mais cedo identificamos o glaucoma, maiores são as chances de preservar a visão”, conclui o oftalmologista.

 

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 35 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

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Hipertensão silenciosa aumenta risco de infarto e AVC e exige atenção contínua da população

Cardiologista do Hospital Municipal de Itu reforça importância do acompanhamento médico e da mudança de hábitos para prevenir complicações cardiovasculares


A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, continua sendo uma das doenças crônicas mais comuns e perigosas do país. Silenciosa na maior parte dos casos, a condição pode evoluir sem sintomas e aumentar significativamente o risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e problemas renais.
 

Segundo dados do Vigitel 2023, do Ministério da Saúde, 27,9% dos brasileiros adultos relataram diagnóstico de hipertensão, percentual que cresce com o avanço da idade. O cenário acende um alerta para a importância da prevenção e do acompanhamento contínuo da saúde cardiovascular.
 

De acordo com a Dra. Marcela Pozetti,  Diretora Técnica do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, muitas pessoas descobrem a hipertensão apenas após episódios mais graves. “A hipertensão é considerada uma doença silenciosa porque, na maioria das vezes, não apresenta sintomas evidentes. Por isso, consultas regulares e a aferição periódica da pressão arterial são fundamentais para o diagnóstico precoce e para evitar complicações”, explica.
 

Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão estão sedentarismo, obesidade, alimentação rica em sal e ultraprocessados, estresse, consumo excessivo de álcool e tabagismo. Além disso, o envelhecimento também contribui para o aumento da prevalência da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão atinge mais de 60% da população acima dos 65 anos.
 

A especialista destaca que mudanças simples no estilo de vida podem fazer diferença significativa no controle da pressão arterial. “A adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, controle do peso e redução do consumo de sódio, ajuda não apenas na prevenção, mas também no controle da doença em pacientes já diagnosticados”, ressalta.
 

Dados do Ministério da Saúde mostram ainda que a taxa de mortalidade relacionada à hipertensão no Brasil aumentou nas últimas décadas, passando de 183,5 óbitos por 100 mil habitantes em 2010 para 211,5 por 100 mil habitantes em 2023. Para a Dra. Marcela Pozetti, a conscientização da população e o acompanhamento médico contínuo são fundamentais para reduzir os impactos da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
 

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