Pressão alta nem sempre é emergência e sintomas orientam procura pela UPA

Dor no peito, falta de ar, alterações neurológicas e perda visual estão entre os sinais 
que exigem avaliação imediata

Uma aferição de pressão arterial acima do habitual nem sempre representa uma situação de emergência. Ansiedade, estresse, esforço físico recente, consumo excessivo de sal, uso incorreto de medicamentos e até falhas na técnica de aferição podem provocar alterações temporárias.
 

É comum que pessoas procurem as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) após identificarem uma pressão elevada em casa ou em farmácias. Nesses casos, a equipe avalia o paciente para identificar a causa da alteração e verificar se há sinais que exigem atendimento imediato.
 

“É comum o paciente chegar preocupado apenas com o número apresentado pelo aparelho. Na UPA, fazemos uma nova aferição e avaliamos os sintomas, o histórico de saúde, as doenças preexistentes e os medicamentos em uso. Essa análise permite definir a conduta mais adequada para cada caso”, explica o Dr. Flavio Romeu Lopes coordenador clínico da UPA San Marino, unidade gerenciada pelo Grupo Chavantes.

 

Atenção aos sinais de alerta
 

Dor ou pressão no peito, falta de ar, desmaio, confusão mental, alteração súbita da fala, perda de força ou sensibilidade em um lado do corpo e alterações importantes da visão são sinais que exigem avaliação imediata.
 

“Quando a pressão elevada vem acompanhada desses sintomas, não é indicado esperar para ver se eles vão desaparecer. É importante procurar atendimento, porque o quadro pode estar relacionado a alterações cardiovasculares ou neurológicas que precisam de avaliação médica”, orienta o médico.
 

A elevação importante da pressão pode ocorrer em diferentes situações. Na urgência hipertensiva, apesar da pressão elevada, não há evidências de lesão aguda de órgãos-alvo. Já na emergência hipertensiva, existe comprometimento agudo ou progressivo de órgãos como coração, cérebro, rins ou grandes vasos, o que exige atendimento imediato.
 

A diferenciação é feita durante a avaliação clínica. Quando necessário, podem ser solicitados exames complementares para investigar possíveis alterações e definir o tratamento.
 

“Uma medida isolada não deve levar o paciente a aumentar a dose do medicamento ou tomar outro remédio por conta própria. Para quem já tem diagnóstico de hipertensão, o mais importante é seguir o tratamento prescrito e manter o acompanhamento regular. Se a pressão permanecer elevada ou surgirem sintomas, é necessário buscar orientação médica”, reforça o Dr. Lopes.
 

A hipertensão arterial é uma doença crônica que, muitas vezes, não apresenta sintomas. Por isso, o acompanhamento regular é importante mesmo quando o paciente se sente bem. A aferição correta da pressão, o uso adequado dos medicamentos e o acompanhamento com profissionais de saúde contribuem para o controle da doença e a prevenção de complicações.
 

Sobre o Grupo Chavantes 

O Grupo Chavantes, Organização Social de Saúde (OSS), gerencia mais de 30 projetos em seis estados brasileiros e ocupa a posição de oitava maior entidade do setor no país, com gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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Saúde mental não deve chegar à urgência para receber atenção

Dados do SAMU de Marília mostram mais de 2,2 mil chamados relacionados ao tema em sete meses

Esperar que uma situação se agrave não deve ser o primeiro caminho para quem enfrenta um problema relacionado à saúde mental. Os serviços de urgência atuam nos casos que exigem atendimento naquele momento, mas o cuidado pode começar antes, por meio da procura pelos serviços de saúde e do acompanhamento de cada caso.
 

Dados da base de chamados do SAMU de Marília mostram como essas situações também chegam à urgência. Entre janeiro e julho de 2026, foram registrados 2.265 chamados relacionados à saúde mental, 9,4% a mais que os 2.070 contabilizados no mesmo período de 2025.
 

A classificação reúne diferentes situações. Os chamados podem envolver crises de ansiedade, episódios de agitação, alterações de comportamento, desorientação, sofrimento psíquico e outros quadros que levam a pessoa, familiares ou terceiros a procurar atendimento. Os números, portanto, não correspondem a uma única condição, mas ajudam a dimensionar a presença das questões de saúde mental entre as demandas recebidas pelo serviço.
 

Segundo o médico regulador do SAMU de Marília, Dr. João Bermudes, nem todas as situações relacionadas à saúde mental apresentam o mesmo nível de risco ou exigem a mesma resposta.
 

“Existem diferentes situações relacionadas à saúde mental e cada uma precisa ser avaliada de acordo com as condições apresentadas. Quando o chamado chega ao SAMU, a regulação verifica o quadro informado, se existe risco e se há necessidade de atendimento de urgência. A partir dessa avaliação, é definida a resposta para cada caso”, explica.
 

Os registros mostram ainda que essas demandas estão presentes ao longo do ano. Nos sete primeiros meses de 2026, o número mensal variou de 272 a 397 chamados. Fevereiro teve o maior volume, com 397 registros, seguido por abril, com 360, e março, com 348.
 

Os dados também abrem espaço para uma discussão durante o Setembro Amarelo que vai além das situações de urgência. O período pode reforçar que a atenção à saúde mental inclui acompanhamento e acesso aos serviços antes que determinado quadro exija atendimento emergencial.
 

“Nem toda demanda relacionada à saúde mental começa como uma urgência. Há situações que podem ser acompanhadas por outros serviços da rede de saúde. O SAMU passa a atuar quando o quadro apresentado exige uma resposta naquele momento, mas a assistência à saúde mental também ocorre em outros pontos da rede”, afirma Bermudes.
 

A procura por atendimento antes do agravamento permite que cada situação seja avaliada e direcionada ao serviço correspondente. Unidades de saúde e serviços especializados integram essa rede e podem acompanhar casos que não apresentam caráter de urgência.
 

Para Bermudes, os números registrados pelo SAMU também mostram que as questões relacionadas à saúde mental não estão restritas ao mês de setembro.
 

“O Setembro Amarelo amplia a discussão sobre saúde mental, mas os chamados mostram que essa demanda está presente durante todo o ano. É preciso conhecer os serviços disponíveis e procurar atendimento de acordo com a necessidade de cada situação, sem esperar que o quadro chegue a uma urgência”, conclui.



Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 35 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

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Liderança feminina e gestão em saúde colocam presidente do Grupo Chavantes entre as 100 personalidades mais influentes do setor

A presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Bellotto Turim, foi escolhida entre as 100 lideranças mais influentes da saúde em 2026 e venceu na categoria Gestão e Eficiência. A homenagem foi entregue na quinta-feira (3/9), durante a cerimônia do Prêmio 100 Mais Influentes da Saúde, realizada no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), no encerramento do MV Experience Forum. O evento registrou a presença de diversas autoridades do segmento, entre elas, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 

Promovida pelo Grupo Mídia desde 2013, a premiação, conhecida como “Oscar da Saúde”, reconhece lideranças, executivos, autoridades públicas, empresários e personalidades que atuam no setor. A seleção considera votação pública no site oficial e pesquisa realizada pelo Conselho Editorial do Grupo Mídia, com base nas ações desenvolvidas nos 12 meses anteriores.

“Essa conquista representa o resultado de um trabalho construído diariamente por muitas mãos. A gestão em saúde exige decisões responsáveis, capacidade de adaptação e uma equipe preparada para transformar planejamento em resultados. Recebo esse prêmio com muita alegria e com a responsabilidade de seguir avançando”, declarou Letícia.
 

A ocasião também reforçou a crescente presença feminina em posições de liderança no setor da saúde, área em que mulheres têm ampliado sua atuação à frente de instituições, equipes e processos de gestão. Para Letícia, ocupar esse espaço representa não apenas uma realização profissional, mas também uma oportunidade de contribuir para uma gestão cada vez mais estratégica, humana e transformadora.

“Estar entre as lideranças reconhecidas pela atuação na saúde também representa a força e a capacidade das mulheres de ocupar espaços de decisão e transformar realidades. A liderança feminina traz diferentes perspectivas para a gestão e, na saúde, isso ganha ainda mais significado porque estamos falando de pessoas, de cuidado e de vidas”, disse.

Em maio, o Grupo Chavantes recebeu o Prêmio Gestão Primme, na categoria Qualidade e Segurança do Paciente, também promovido pelo Grupo Mídia. De acordo com a organização do prêmio, foram consideradas iniciativas relacionadas à qualificação dos processos assistenciais, ao fortalecimento de protocolos e à segurança no atendimento.

“Para nós, eficiência e qualidade caminham juntas. O desafio é aprimorar a gestão sem perder de vista aquilo que está no centro de tudo: o cuidado com as pessoas. É nessa direção que continuaremos trabalhando”, conclui Letícia.



Sobre o Grupo Chavantes 

O Grupo Chavantes, Organização Social de Saúde (OSS), gerencia mais de 30 projetos em seis estados brasileiros e ocupa a posição de oitava maior entidade do setor no país, com gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

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Lideranças do Hospital Municipal de Americana recebem treinamento em comunicação assertiva e feedback

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi promoveu, no dia 26 de agosto de 2026, uma oficina corporativa voltada ao desenvolvimento de suas lideranças setoriais. O tema central do encontro foi o aprimoramento da comunicação assertiva e a prática de feedbacks estruturados na rotina de trabalho.

A atividade foi conduzida pela psicóloga de Recursos Humanos Juliana Oliveira, que apresentou técnicas para o estabelecimento de diálogos objetivos, transparentes e empáticos. Os gestores foram orientados sobre metodologias para apontar oportunidades de melhoria de forma construtiva, aliando o reconhecimento dos pontos fortes individuais ao alinhamento de processos e metas coletivas.

A iniciativa integra o programa de valorização humana e governança do Hospital Municipal e do Grupo Chavantes. O desenvolvimento contínuo de competências socioemocionais nas lideranças contribui diretamente para a integração intersetorial, a diminuição de ruídos operacionais e a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e colaborativo.

Médicos e assistenciais do Pronto-Socorro do HMA participam de capacitação em distúrbios hidroeletrolíticos

O corpo clínico e assistencial do Pronto-Socorro Adulto do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi participou, no dia 25 de agosto de 2026, de um treinamento especializado sobre a identificação e o manejo de distúrbios hidroeletrolíticos em regime de emergência. A capacitação foi ministrada em formato virtual.

Conduzida pelo diretor médico da unidade, Dr. Fernando Bertola, a aula abordou os mecanismos fisiopatológicos dos desequilíbrios de sódio, potássio e outros eletrólitos vitais, detalhando critérios diagnósticos e condutas terapêuticas imediatas para pacientes críticos. A abordagem rápida dessas alterações metabólicas no pronto-socorro é determinante para evitar complicações sistêmicas e estabilizar o quadro clínico.

A atividade faz parte do cronograma contínuo de educação continuada mantido pelo Hospital Municipal de Americana e pelo Grupo Chavantes. A atualização técnica sistemática das equipes de urgência reforça o compromisso institucional com a tomada de decisões ágeis, precisas e seguras no atendimento aos usuários da rede pública.

Profissionais da Maternidade do HMA passam por capacitação prática em manejo do aleitamento materno

Em continuidade à programação do Agosto Dourado, o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi realizou no dia 28 de agosto de 2026 uma capacitação técnica direcionada a enfermeiros e técnicos de enfermagem da Maternidade. O treinamento foi desenvolvido em conjunto com o Programa Mamãe Nenê.

Ministrada pela fonoaudióloga Sandra Regina Possobon, a atividade utilizou metodologia de simulação realística para atualizar os protocolos de assistência à amamentação. Foram trabalhadas condutas para a correção precoce da pega, alívio de desconfortos mamários, posicionamento ergonômico e suporte psicológico para as puérperas durante a fase de apojadura e início da lactação.

O aprimoramento técnico periódico do corpo assistencial visa assegurar que a Maternidade do Hospital Municipal de Americana ofereça um atendimento baseado em evidências científicas e empatia. A qualificação das equipes consolida a unidade como uma referência regional em assistência obstétrica e neonatal humanizada.

Maternidade do Hospital Municipal de Americana recebe gestantes para visita guiada e orientações no Agosto Dourado

A Maternidade do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi realizou, no dia 27 de agosto de 2026, uma ação integrada de acolhimento voltada a gestantes acompanhadas pela Estratégia Saúde da Família (ESF), CRAS e APAM da região da Praia Azul. A atividade integrou as ações municipais do Agosto Dourado.

A programação foi conduzida pela fonoaudióloga Sandra Regina Possobon, responsável pelo Programa Mamãe Nenê, e contou com uma roda de conversa esclarecedora sobre temas como pega correta, posições confortáveis para amamentação, livre demanda e os cuidados com o recém-nascido. As futuras mães também participaram de uma visita guiada para conhecer os setores de pré-parto, parto e pós-parto da unidade hospitalar.

A ação teve como objetivo reduzir a ansiedade do ciclo gravídico-puerperal e estreitar o vínculo de confiança entre as famílias e a equipe assistencial. O Hospital Municipal e o Grupo Chavantes reafirmam o compromisso de promover o aleitamento materno e assegurar uma experiência de parto humanizada, segura e informativa.

Comissão de Humanização da UPA São José promove roda de conversa sobre prevenção à violência contra a mulher

A Comissão de Humanização da UPA São José realizou, no dia 26 de agosto de 2026, uma roda de conversa voltada a pacientes e acompanhantes presentes na sala de espera da unidade. A ação educativa fez parte das iniciativas de conscientização da campanha Agosto Lilás no município.

Conduzida pela assistente social Andreia Camargo, a dinâmica orientou o público sobre como reconhecer os diferentes tipos de violência doméstica, onde buscar suporte jurídico e psicossocial na rede municipal e quais os canais oficiais de denúncia, com foco no Ligue 180. Durante a conversa, destacou-se o papel do pronto atendimento como porta de entrada preparada para o acolhimento humanizado, confidencial e seguro dessas mulheres.

A iniciativa reforça a visão da UPA São José e do Grupo Chavantes sobre a responsabilidade social das unidades de saúde. Levar informação de utilidade pública aos usuários do SUS é uma estratégia indispensável para romper ciclos de violência e preservar vidas na comunidade.

Coordenadoras das UPAs de Americana ministram palestras em seminário municipal sobre combate à violência contra as mulheres

As coordenações de enfermagem das UPAs São José e Dona Rosa participaram no dia 25 de agosto de 2026 do seminário “Violência contra as Mulheres: o Papel da Saúde no Acolhimento e na Proteção”. O evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Saúde de Americana em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, integrando o calendário de ações da campanha Agosto Lilás.

O encontro contou com palestras das enfermeiras Janine Teles, coordenadora da UPA São José, e Hortência Gomes, coordenadora de Enfermagem e Qualidade da UPA Dona Rosa. As profissionais apresentaram metodologias de escuta qualificada, identificação de sinais clínicos e psicossociais de violência e a correta aplicação dos protocolos de acolhimento e notificação em serviços de pronto atendimento.

A presença das lideranças técnicas no seminário reforça a integração das UPAs administradas pelo Grupo Chavantes à rede de proteção do município. A capacitação contínua e a atuação articulada com os órgãos públicos garantem um atendimento sigiloso, respeitoso e resolutivo às mulheres em situação de vulnerabilidade em Americana.

Nova gestão da CIPAA toma posse no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi realizou no dia 25 de agosto de 2026 a cerimônia de posse da nova gestão da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPAA) para o mandato 2026/2027. O colegiado é composto por 20 membros, reunindo representantes eleitos pelo voto direto dos funcionários e indicados pela administração hospitalar.

Ao longo do próximo ano, a comissão terá a responsabilidade de executar planos preventivos de biossegurança, promover campanhas de conscientização sobre saúde ocupacional e atuar de maneira contínua no enfrentamento a todas as formas de assédio no ambiente de trabalho. O objetivo central é fortalecer a cultura de respeito, diálogo e integridade física e emocional de toda a equipe.

A estruturação da nova gestão da CIPAA reafirma a diretriz do Hospital Municipal de Americana e do Grupo Chavantes de valorizar quem atua no cuidado com o público. Ambientes de trabalho mais seguros e harmoniosos refletem de maneira direta na excelência e na segurança do atendimento prestado aos pacientes.