UPA Dona Rosa lança projeto “Mulheres que Cuidam” e oferece exames preventivos para suas colaboradoras

A UPA Dona Rosa realizou, no dia 24 de julho de 2026, o projeto “Mulheres que Cuidam”, uma iniciativa voltada à promoção da saúde e ao incentivo do autocuidado entre as próprias profissionais da unidade. Idealizada pela liderança feminina do pronto atendimento, a ação teve como objetivo facilitar o acesso a exames preventivos essenciais diretamente no ambiente de trabalho.

Durante o projeto, as colaboradoras puderam realizar exames clínicos das mamas e a coleta citopatológica (Papanicolau), além de receberem orientações personalizadas sobre prevenção e o direcionamento para encaminhamentos de exames complementares quando necessário. A mobilização buscou romper barreiras de tempo na rotina das profissionais, priorizando o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero.

A iniciativa reforça o compromisso da UPA Dona Rosa e do Grupo Chavantes com o pilar de valorização do corpo colaborativo. Ao incentivar que as equipes da linha de frente também priorizem a própria saúde, a instituição fortalece uma cultura organizacional acolhedora, humana e atenta ao bem-estar de quem se dedica diariamente ao cuidado da população de Americana.

Hospital Municipal de Americana renova poltronas do setor de Hemodiálise e fortalece humanização do tratamento

Com o objetivo de oferecer mais conforto, segurança e bem-estar aos pacientes em tratamento contínuo, o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi deu início, no dia 23 de julho de 2026, à substituição de todas as 23 poltronas do setor de Hemodiálise. A iniciativa visa proporcionar maior ergonomia para os usuários que permanecem na unidade durante longas sessões de diálise.

A chegada do novo mobiliário integra um amplo projeto de modernização e reestruturação do setor. Recentemente, a unidade também recebeu 28 novas máquinas de diálise e equipamentos de última geração destinados ao reprocessamento automatizado de capilares, elevando o padrão de segurança assistencial e biológica do serviço público de saúde.

Responsável por realizar mensalmente mais de 1.100 sessões dedicadas aos pacientes renais crônicos de Americana e região, o hospital reafirma seu compromisso com a melhoria contínua da infraestrutura. O investimento em tecnologias e em ambientes confortáveis demonstra a prioridade do Hospital Municipal e do Grupo Chavantes em garantir uma assistência digna, eficiente e humanizada.

UPA Dona Rosa reúne médicos e farmacêuticos em treinamento voltado ao uso seguro de medicamentos

A UPA Dona Rosa promoveu, no dia 23 de julho de 2026, um treinamento focado em alinhar fluxos e reforçar a integração entre as equipes médicas e farmacêuticas da unidade. A iniciativa teve como objetivo principal aprimorar contínua e conjuntamente as práticas institucionais relacionadas ao manejo e uso seguro de medicamentos.

Durante o encontro, destacou-se o papel estratégico da atuação multiprofissional para a prevenção de riscos e eventos adversos no ambiente de pronto atendimento. Os profissionais debateram a qualificação das prescrições, o alinhamento de protocolos de checagem e o fortalecimento de canais diretos de comunicação entre a farmácia e o corpo médico, garantindo uma assistência mais ágil, eficiente e centrada no bem-estar dos pacientes.

A busca constante pela capacitação das equipes alinha-se ao compromisso da UPA Dona Rosa e do Grupo Chavantes em consolidar uma cultura sólida de segurança do paciente. Ao aprimorar processos internos e compartilhar conhecimento entre as especialidades, a unidade reafirma sua dedicação em entregar um atendimento público qualificado e humanizado para a população de Americana.

Hospital Municipal de Itu promove ação especial em celebração ao Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho

Em alusão ao Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho, celebrado no dia 27 de julho de 2026, o Hospital Municipal de Itu realizou uma ação especial voltada à conscientização e à proteção de seu corpo colaborativo. Desenvolvida em conjunto com o setor de Segurança do Trabalho da unidade, a iniciativa reforçou o compromisso da instituição com o pilar de cuidar de quem cuida.

A mobilização teve como foco orientar os profissionais sobre a importância da adoção de comportamentos preventivos na rotina hospitalar, estimulando a cultura do autocuidado e a atenção contínua aos protocolos de biossegurança. A atividade reforçou que cada atitude individual reflete diretamente na construção de um ambiente operacional mais seguro, saudável e acolhedor para todas as equipes.

A diretoria do Hospital Municipal de Itu e o Grupo Chavantes destacam que a prevenção de acidentes e a preservação da saúde ocupacional são compromissos diários e inegociáveis. Ao promover ações contínuas de conscientização, a instituição reafirma seu investimento permanente na valorização de seus profissionais e na excelência dos serviços prestados à população.

Hospital Municipal de Itu promove 1º Arraiá e fortalece a integração entre equipes assistenciais

O Hospital Municipal de Itu realizou, nos dias 23 e 24 de julho de 2026, a primeira edição do seu Arraiá institucional. O evento reuniu colaboradores de diferentes turnos e setores para dois dias de celebração, com o objetivo de promover a integração social e o bem-estar das equipes que atuam na linha de frente do atendimento à saúde.

A festividade contou com decoração temática, comidas típicas regionais e dinâmicas de convivência desenvolvidas especialmente para o corpo colaborativo. A iniciativa buscou criar um momento de pausa e leveza na rotina hospitalar, estimulando o fortalecimento dos laços interpessoais e o espírito de equipe entre os profissionais da unidade.

A realização da celebração integra as diretrizes de valorização do trabalhador promovidas pela diretoria do hospital em parceria com o Grupo Chavantes. A instituição reafirma que o cuidado integral à saúde envolve também a atenção à qualidade de vida do corpo colaborativo, refletindo diretamente em um ambiente de trabalho mais harmonioso, acolhedor e seguro.

Presidente do Grupo Chavantes realiza agenda institucional e visitas técnicas na Grande Vitória

A presidente do Grupo Chavantes, Leticia Turim, cumpriu uma agenda de visitas institucionais na região da Grande Vitória (ES). A programação incluiu reuniões de alinhamento com as secretarias municipais de Saúde dos municípios de Serra e Cariacica, com o objetivo de discutir estratégias de gestão e fortalecimento da assistência pública regional.

Além das agendas administrativas com os gestores públicos, a comitiva realizou inspeções técnicas em importantes unidades de saúde locais. Foram visitados o Pronto Atendimento Adulto do Trevo, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Carapina e o Pronto Atendimento Infantil, acompanhando de perto os fluxos de trabalho e a infraestrutura dos serviços oferecidos à população.

A presença da liderança na região reafirma o compromisso do Grupo Chavantes com o acompanhamento constante da rede de saúde e a busca por oportunidades de aprimoramento na gestão de urgência e emergência. A iniciativa fortalece o diálogo entre as instituições e contribui para a consolidação de diretrizes focado na eficiência e no atendimento humanizado.

Uso precoce de celulares exige atenção para a saúde ocular infantil

Oftalmologista da Santa Casa de Chavantes reforça que os cuidados com a visão devem começar desde os primeiros anos de vida 

O contato com celulares e tablets acontece cada vez mais cedo na infância, mas o uso excessivo desses dispositivos pode trazer impactos para a saúde ocular. A exposição prolongada às telas exige esforço contínuo da visão de perto, favorece o ressecamento dos olhos devido à redução da frequência das piscadas e pode contribuir para o desenvolvimento ou a progressão da miopia em crianças.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,2 bilhões de pessoas no mundo apresentam algum grau de deficiência visual ou cegueira ao longo da vida. Já o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) estima que até 90% dos casos de cegueira e deficiência visual podem ser evitados ou tratados quando diagnosticados precocemente.

Na infância, os problemas de visão também são frequentes. Dados do CBO apontam que aproximadamente 20% das crianças em idade escolar apresentam alguma alteração visual, sendo a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo os diagnósticos mais comuns. Muitas dessas alterações passam despercebidas pelos pais, já que a criança nem sempre consegue identificar ou relatar a dificuldade para enxergar.

De acordo com o oftalmologista Dr. Renato Bezerra Kitahara, da Santa Casa de Chavantes, os cuidados com a visão devem começar desde os primeiros anos de vida e incluem tanto o controle do tempo de tela quanto o acompanhamento oftalmológico periódico.

“Os olhos da criança ainda estão em desenvolvimento e são mais sensíveis aos hábitos do dia a dia. O uso prolongado de celulares pode favorecer a fadiga ocular, o ressecamento dos olhos e acelerar a progressão da miopia em crianças predispostas. Por isso, é importante estabelecer limites para o uso das telas e estimular atividades ao ar livre”, explica.

O tempo de exposição às telas deve respeitar a faixa etária da criança. A recomendação é que menores de dois anos não utilizem celulares, tablets ou outros dispositivos eletrônicos. Entre dois e cinco anos, o uso deve ser limitado a, no máximo, uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto. Já para crianças de seis a dez anos, o ideal é que o tempo de tela fique entre uma e duas horas diárias, dividido em períodos menores ao longo do dia.

Independentemente da idade, alguns cuidados ajudam a reduzir os impactos do uso prolongado de telas na saúde ocular. Uma das principais orientações é seguir a regra 20-20-20: a cada 20 minutos utilizando computador, celular ou tablet, deve-se desviar o olhar por 20 segundos para um objeto localizado a aproximadamente seis metros de distância. Também é importante manter uma distância confortável da tela, evitando utilizar os dispositivos muito próximos ao rosto, além de piscar conscientemente durante o uso para prevenir o ressecamento dos olhos.

Outra medida importante é evitar o uso de dispositivos eletrônicos nas duas horas que antecedem o horário de dormir, reduzindo os impactos na qualidade do sono e proporcionando maior descanso para os olhos. Sempre que possível, também é recomendado alternar o tempo de tela com atividades ao ar livre, já que a exposição à luz natural contribui para o desenvolvimento saudável dos olhos e auxilia na prevenção da progressão da miopia.

Além dos cuidados diários, o acompanhamento oftalmológico periódico é fundamental para identificar alterações visuais ainda nas fases iniciais, mesmo quando não há sintomas aparentes.

“Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa. O exame oftalmológico anual permite identificar precocemente alterações na visão, aumentando as chances de tratamento e evitando que problemas simples evoluam para quadros mais graves. A prevenção continua sendo o melhor caminho para preservar a saúde ocular em qualquer fase da vida”, afirma o médico.

Os pais também devem ficar atentos a sinais que podem indicar dificuldades visuais nas crianças, como esfregar os olhos com frequência, aproximar-se muito da televisão ou dos livros, reclamar de dores de cabeça recorrentes, apresentar queda no rendimento escolar ou dificuldade para enxergar objetos distantes. Ao perceber qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar um oftalmologista para uma avaliação.

Sobre o Grupo Chavantes

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 35 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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Julho Amarelo reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce das hepatites virais

Especialista do Hospital Municipal de Itu explica as diferenças entre os tipos de hepatite, as formas de transmissão e os tratamentos 

As hepatites virais são doenças que provocam inflamação no fígado e, em muitos casos, evoluem de forma silenciosa. Por na maioria das vezes não apresentarem sintomas nas fases iniciais, podem permanecer sem diagnóstico durante anos, o que aumenta o risco de complicações como cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado. Durante o Julho Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre as hepatites virais, médicos alertam para a importância do diagnóstico precoce, principalmente nos casos das hepatites B e C.
 

Existem cinco tipos principais de hepatites virais: A, B, C, D e E. Cada uma apresenta formas distintas de transmissão, evolução e tratamento. As hepatites A e E são transmitidas principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados e costumam provocar infecções agudas, sem evolução para doença crônica na maioria dos casos. A hepatite D ocorre apenas em pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B. Já as hepatites B e C podem evoluir para formas crônicas da doença e aumentar o risco de cirrose e câncer de fígado quando não são diagnosticadas precocemente e tratadas.
 

A hepatite B é transmitida pelo contato com sangue contaminado, por relações sexuais desprotegidas e da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto. A hepatite C tem como principal forma de transmissão o contato com sangue contaminado, especialmente pelo compartilhamento de objetos perfurocortantes ou pelo uso de materiais não esterilizados. Para a hepatite C, o risco de transmissão sexual é também significativo.
 

Segundo a infectologista Dra. Daniela Pereira Lopes, do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, as hepatites B e C podem permanecer sem sintomas por muitos anos, o que dificulta o diagnóstico precoce.

“As hepatites B e C costumam evoluir de forma silenciosa. Muitas pessoas descobrem a infecção apenas quando já apresentam lesões no fígado. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento no momento adequado, reduzir o risco de complicações e interromper a transmissão do vírus”, explica.
 

Entre 2000 e 2022, a hepatite B foi responsável por 21,7% das mortes relacionadas às hepatites virais no Brasil, enquanto a hepatite C respondeu por 75,9% dos óbitos registrados no mesmo período.
 

Embora muitas pessoas não apresentem sintomas nas fases iniciais, quando eles surgem podem incluir cansaço intenso, febre, mal-estar, náuseas, perda de apetite, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Na fase crônica, as hepatites B e C,  os sintomas são inespecíficos  e  podem não aparecer por décadas.
 

O diagnóstico é realizado por meio de exames laboratoriais, incluindo testes rápidos disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de exames de sangue que identificam o vírus. Devem realizar os testes pessoas compartilham objetos perfurocortantes, fazem uso de drogas injetáveis, possuem múltiplos parceiros sexuais, pessoas que tiveram contato com sangue sem proteção, bem como os contatos domiciliares dos portadores destes vírus.
 

“A vacinação contra a hepatite B, o uso de preservativos, a utilização de materiais esterilizados em procedimentos como tatuagens e piercings e o não compartilhamento de objetos que possam ter contato com sangue, como lâminas de barbear, alicates de unha e escovas de dente, reduzem o risco de infecção.”
 

A vacina contra a hepatite B é oferecida gratuitamente pelo SUS para toda a população, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações. A hepatite A também pode ser prevenida por vacinação, de acordo com o calendário vacinal, além da adoção de medidas de higiene, do consumo de água tratada e da ampliação do saneamento básico.
 

O tratamento varia conforme o tipo de hepatite. As hepatites A e E normalmente exigem apenas acompanhamento clínico e medidas de suporte, já que o organismo costuma eliminar o vírus espontaneamente. Nos casos de hepatite B, o tratamento depende da fase da doença e pode incluir medicamentos antivirais para controlar a infecção e reduzir o risco de evolução para cirrose e câncer de fígado. Já a hepatite C apresenta índices superiores a 95% de cura com antivirais de ação direta, administrados por via oral durante algumas semanas.
 

“Atualmente, a hepatite C tem cura na maioria dos casos quando diagnosticada e tratada adequadamente. Pessoas que tiveram exposição aos fatores de risco ou nunca realizaram os testes devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. O diagnóstico precoce reduz o risco de complicações e permite iniciar o tratamento no momento adequado”, conclui a infectologista.

 

Sobre o Grupo Chavantes

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

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Boletim Informativo Julho 2026

Grupo Chavantes assume gestão do novo ambulatório do hospital e maternidade de Várzea Paulista

Presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Turim, analisa cenários da gestão em saúde no Mídia Cast

A presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Turim, participou no dia 16 de julho de 2026 de uma entrevista ao videocast Grupo Mídia Cast. No encontro, a executiva abordou os principais desafios estruturais, as tendências e as perspectivas para o setor de gestão em saúde no Brasil.

Durante a conversa, Dra. Letícia compartilhou a experiência operacional do Grupo Chavantes na administração de hospitais e unidades de urgência do SUS. Foram discutidos tópicos estratégicos como inovação nos processos assistenciais, eficiência na alocação de recursos públicos, expansão de serviços de saúde e a aplicação de tecnologias sustentáveis na gestão hospitalar.

A participação da liderança proporcionou uma análise sobre o futuro da saúde pública e privada no país. A entrevista destacou a importância de modelos de governança focados na segurança do paciente, no aprimoramento dos profissionais e na entrega de serviços de saúde acessíveis e de alta qualidade para a sociedade.