Janeiro Roxo chama atenção para a hanseníase, doença que ainda registra 200 mil novos casos por ano no mundo

Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento

A cada ano, cerca de 200 mil novos casos de hanseníase são registrados em aproximadamente 120 países, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O Brasil concentra cerca de 90% dos casos das Américas e ocupa a segunda posição mundial em número de ocorrências, atrás apenas da Índia, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
 

Diante desse cenário, o mês de janeiro é marcado pela campanha Janeiro Roxo, voltada à conscientização sobre a hanseníase, uma doença infecciosa crônica, curável, mas que ainda representa um desafio de saúde pública devido ao diagnóstico tardio, à desinformação e às possíveis complicações quando não tratada adequadamente. A campanha busca ampliar o acesso à informação, estimular a identificação precoce dos sinais da doença e reforçar a importância do tratamento.
 

Segundo a infectologista do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, Dra. Daniela Pereira Lopes,  a hanseníase tem forma conhecida de transmissão e pode ser controlada com acompanhamento médico. “A transmissão ocorre pelas vias aéreas superiores, principalmente por meio da tosse, do espirro ou da fala, a partir de pessoas que estão na forma contagiosa da doença e ainda não iniciaram o tratamento. Não há transmissão pelo contato casual, como abraço, aperto de mão ou compartilhamento de objetos”, explica.
 

A hanseníase é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, uma bactéria de evolução lenta no organismo. A doença exige contato próximo e prolongado com uma pessoa infectante e sem tratamento. A quantidade desse bacilo no corpo define as formas da doença e o risco de transmissão. Pacientes classificados como paucibacilares, com baixa carga da bactéria, não são considerados fontes importantes de transmissão. Já os pacientes multibacilares, com maior quantidade do bacilo, podem transmitir a doença enquanto não iniciam o tratamento. “Assim que o paciente começa a medicação, o bacilo deixa de ser eliminado, o que interrompe a transmissão”, destaca o especialista.
 

Entre os principais sinais e sintomas da hanseníase estão manchas na pele, claras, avermelhadas ou amarronzadas, com perda ou alteração da sensibilidade ao calor, ao frio ou à dor; sensação de formigamento ou fisgadas, especialmente nas mãos e nos pés; diminuição da força muscular; espessamento dos nervos periféricos; redução dos pelos e do suor em áreas afetadas e, em alguns casos, surgimento de nódulos dolorosos. A doença apresenta longo período de incubação, que pode variar de dois a sete anos.
 

De acordo com o infectologista, a perda de sensibilidade é um dos principais sinais de alerta. “Muitas pessoas observam a mancha na pele, mas não dão importância ao fato de não sentirem dor ou temperatura naquele local. Essa alteração da sensibilidade é um indicativo importante e deve ser avaliada por um profissional de saúde”, orienta.
 

O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica dermatológica e neurológica, com análise da pele e dos nervos periféricos. Em situações em que há suspeita de comprometimento neural sem lesões visíveis ou quando os sinais são pouco evidentes, o paciente pode ser encaminhado para unidades de maior complexidade para exames complementares. Em crianças, a investigação é ainda mais criteriosa, já que casos nessa faixa etária podem indicar transmissão ativa no ambiente familiar, exigindo a avaliação dos contatos próximos.
 

Quando não diagnosticada e tratada precocemente, a hanseníase pode evoluir com complicações, principalmente relacionadas às lesões dos nervos, que podem causar dor crônica, perda de força, limitações funcionais e impacto na vida social e profissional do paciente. “Essas sequelas podem ser evitadas quando o tratamento é iniciado no momento adequado, reforçando a importância do diagnóstico precoce”, ressalta a infectologista.
 

O tratamento da hanseníase é gratuito, seguro e eficaz, realizado por meio da Poliquimioterapia Única, que associa rifampicina, dapsona e clofazimina. A duração varia conforme a forma clínica da doença, com seis meses para os casos paucibacilares e doze meses para os multibacilares. Logo no início do tratamento, o paciente deixa de transmitir o bacilo.
 

Para o especialista, a informação continua sendo uma das principais ferramentas de enfrentamento da doença. “A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível no sistema público de saúde. Procurar atendimento ao perceber qualquer alteração de sensibilidade na pele é fundamental para evitar complicações e interromper a transmissão”, finaliza.

Sobre o Hospital Municipal de Itu
 

É uma unidade de referência em procedimentos hospitalares de média e baixa complexidade, além de oferecer Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) ambulatoriais de média e alta complexidade. A instituição conta com 32 leitos destinados a internações clínicas, cirúrgicas e de pacientes adultos, além de dispor de 2 salas de Centro Cirúrgico (CC) e 2 salas de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), garantindo assistência segura e integral à população.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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Apresentação do Documentário – Hospital Regional de Vilhena

O Grupo Chavantes, gestor do Hospital Regional de Vilhena (HRV), da UPA e do Instituto do Rim, produziu um documentário que revela a impressionante transformação do hospital, mostrando com clareza e emoção, por meio de imagens que comprovam os argumentos, a diferença entre o que era antes — um hospital marcado pelo abandono e pelo caos que chegou a ser interditado parcialmente — e o que é hoje: um centro de saúde moderno, eficiente e humanizado.

Ao longo do vídeo, você vai acompanhar temas como a reestruturação física do hospital, a retomada das cirurgias, a ampliação da UTI, os avanços na saúde da mulher e da criança, a melhoria nos atendimentos da UPA, o fortalecimento do Instituto do Rim e o impacto das parcerias políticas e institucionais que tornaram essa virada possível.

Mais do que números, o documentário apresenta histórias de superação e cuidado, evidenciando como a gestão transformou o Hospital Regional de Vilhena em referência estadual, com reconhecimento e aprovação de órgãos de controle.

Assista e descubra como Vilhena saiu do caos para se tornar um exemplo de saúde pública em Rondônia.

Confira o vídeo completo https://www.youtube.com/watch?v=pneJxIumthM

Mais carinho, acolhimento e sorrisos na UPA Pediátrica de Serra.

Hoje, nossa unidade ganhou brinquedinhos novos, pensados com muito cuidado para tornar o atendimento das crianças ainda mais leve, humanizado e acolhedor.

Desde a sua inauguração, em 21/11/2023, a UPA Pediátrica de Serra já realizou 170.112 atendimentos pediátricos até dezembro de 2025, reforçando diariamente o compromisso com o cuidado, a atenção e o bem-estar dos pequenos e de suas famílias.

Porque cuidar da saúde também é acolher, confortar e transformar cada atendimento em um gesto de amor.

Afastamentos por transtornos mentais batem recorde e acendem alerta entre profissionais da saúde. Grupo Chavantes desenvolve iniciativas voltadas ao acolhimento e ao cuidado emocional de seus colaboradores.

O Brasil enfrenta uma crise de saúde mental com impacto direto no mercado de trabalho. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2024, quase meio milhão de afastamentos foram concedidos por transtornos mentais, o maior número registrado em pelo menos dez anos. Do total de 3,5 milhões de pedidos de licença ao INSS no ano, 472.328 foram motivados por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação a 2023, quando foram concedidos 283 mil benefícios.
 

Os números refletem um cenário de adoecimento que, está ligado à pressão do mercado de trabalho, às mudanças nas relações profissionais e às consequências deixadas pela pandemia de Covid-19. Transtornos como ansiedade, depressão e burnout aparecem entre as principais causas de afastamento, afetando trabalhadores de diferentes áreas, com impacto ainda maior entre os profissionais da saúde.
 

É nesse contexto que a campanha Janeiro Branco chama a atenção para a importância do cuidado contínuo com a saúde mental. A iniciativa propõe reflexões sobre prevenção, diagnóstico e tratamento de transtornos psíquicos, reforçando que o cuidado emocional deve fazer parte da rotina ao longo de todo o ano, especialmente entre aqueles que atuam na linha de frente da assistência à população.
 

Entre os transtornos mais frequentes está a depressão, que atinge cerca de 15,5% da população brasileira ao longo da vida, segundo o Ministério da Saúde. O quadro envolve tristeza persistente, apatia, perda de interesse, cansaço, alterações do sono e do apetite, além de dificuldades de concentração. O Transtorno de Ansiedade Generalizada, conhecido como TAG, é caracterizado por preocupação excessiva e contínua, acompanhada de sintomas físicos como tensão muscular, palpitações e falta de ar.
 

O transtorno bipolar se manifesta por oscilações intensas de humor, alternando episódios de depressão e fases de euforia ou agitação. Já a síndrome de burnout está associada ao esgotamento físico e emocional relacionado ao trabalho, comum em ambientes de alta pressão. A síndrome do pânico, por sua vez, provoca crises súbitas de ansiedade intensa, com sintomas físicos e medo de perder o controle, impactando diretamente a rotina e a vida social.
 

De forma geral, o tratamento envolve psicoterapia, acompanhamento médico quando indicado, uso de medicação em alguns casos e mudanças no estilo de vida, como melhora da qualidade do sono, prática de atividade física e redução de fatores estressores. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o agravamento dos quadros e afastamentos prolongados do trabalho.
 

De acordo com a psicóloga Carolina Caetano – também assessora da presidência do Grupo Chavantes (organização social de saúde responsável pela gestão de mais de 30 projetos em diferentes regiões do país), o cuidado com a saúde mental precisa estar integrado à gestão das instituições de saúde. “Profissionais da área lidam diariamente com situações de alta carga emocional, pressão assistencial e decisões complexas. Estruturar ações de acolhimento, escuta qualificada e acompanhamento psicológico é fundamental para reduzir o adoecimento e fortalecer quem está na linha de frente do cuidado”, afirma.
 

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos, realizada entre 2021 e 2022, aponta indicadores preocupantes entre profissionais da saúde. Segundo o estudo, 86% relataram sintomas de síndrome de burnout e 81% estresse. O levantamento também identificou sintomas depressivos em diferentes graus, sendo 22% leves, 16% moderados e 8% severos. Além disso, 74,4% dos profissionais apresentaram má qualidade do sono, fator que agrava o desgaste físico e emocional.

 

Ações de cuidado e apoio aos colaboradores
 

Diante desse cenário, o Grupo Chavantes tem adotado iniciativas voltadas ao cuidado integral de seus colaboradores, entendendo que a qualidade da assistência também passa pelo bem-estar de quem cuida.

Entre as ações está o programa de acolhimento à primeira e segunda vítima, um fluxo estruturado de apoio aos profissionais envolvidos em eventos adversos e situações críticas no ambiente de trabalho. A iniciativa oferece escuta qualificada e acompanhamento terapêutico com psicóloga externa, garantindo suporte emocional após episódios de estresse e sofrimento.
 

O grupo também disponibiliza um conjunto de benefícios corporativos voltados à promoção da saúde integral, ampliando o acesso a cuidados físicos, emocionais e ao bem-estar. Por meio de plataformas como TotalPass, os colaboradores podem participar de atividades físicas em academias e estúdios parceiros, o que contribui para a redução do estresse, melhora do humor e fortalecimento da saúde mental, além dos benefícios físicos. Já os serviços de Psicologia Viva e Conexa possibilitam o atendimento com profissionais especializados de forma acessível e contínua.
 

Além disso, os colaboradores contam com clubes de desconto que oferecem vantagens em hotéis, pousadas e serviços voltados ao bem-estar, cuidado e lazer, contribuindo para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
 

A presidente do Grupo Chavantes e advogada especializada no terceiro setor, Dra. Leticia Bellotto Turim, destaca que o cuidado com o colaborador é parte essencial da gestão em saúde. “Não é possível falar em assistência de qualidade sem olhar para quem está diariamente sustentando esse sistema. Investir em escuta, acolhimento e condições adequadas de trabalho é uma responsabilidade institucional e um compromisso com a sustentabilidade do cuidado”.
 

Ela reforça que iniciativas como canais de ouvidoria, comitê de ética e compliance também fazem parte dessa estratégia, ao garantir espaços seguros e confidenciais para que os profissionais possam se manifestar. “Cuidar de quem cuida é uma escolha que impacta diretamente na prestação dos serviços, na saúde das equipes e, principalmente, da população atendida”, conclui.

Sobre o Grupo Chavantes
 

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Acidentes com crianças aumentam durante as férias – Samu de Marília alerta para os acidentes mais comuns nesta época e orienta sobre como agir em emergências.

Durante o período de férias escolares, o número de acidentes envolvendo crianças tende a crescer, principalmente em ambientes domésticos e áreas de lazer. A mudança na rotina, o maior tempo em casa e a exposição a atividades recreativas elevam os riscos e exigem atenção redobrada de pais e responsáveis.
 

No Brasil, o afogamento é a segunda principal causa de morte acidental em crianças de 0 a 14 anos. A média é de três mortes por dia, sendo a faixa etária de 1 a 4 anos a mais vulnerável. A maioria dos casos ocorre em piscinas e dentro de casa, em locais como baldes e banheiras, geralmente associada à falta de supervisão. Entre adolescentes, os óbitos são mais frequentes em rios, lagos e represas, e o verão contribui para o aumento dessas ocorrências.
 

Outro tipo de acidente frequente neste período envolve queimaduras. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que em 2024 cerca de 14 mil hospitalizações de crianças e adolescentes por esse motivo. As queimaduras térmicas são as mais recorrentes, especialmente as escaldantes, causadas por líquidos quentes, além daquelas provocadas por fogo, chamas e objetos aquecidos. A cozinha é considerada o ambiente mais perigoso da casa para as crianças.
 

Além de afogamentos e queimaduras, entre os acidentes mais comuns envolvendo crianças estão as intoxicações acidentais por produtos de limpeza e medicamentos, a ingestão de objetos pequenos e os traumatismos cranianos decorrentes de quedas e impactos.
 

Em Marília, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), gerenciado pelo Grupo Chavantes, atua diariamente no atendimento a esse tipo de ocorrência e reforça a importância da prevenção e do acionamento rápido do socorro. “Durante as férias, percebemos um aumento significativo de chamados envolvendo crianças, principalmente por afogamentos, queimaduras e quedas. São situações que, muitas vezes, acontecem em poucos segundos e podem ser evitadas com supervisão constante”, afirma o médico regulador do Samu de Marília, Dr. João Paulo Bermudes.
 

Em emergências, a orientação é ligar imediatamente para o número 192. “A central de regulação médica orienta os familiares por telefone enquanto a equipe se desloca até o local. Essas primeiras instruções fazem diferença no desfecho do atendimento”, explica o médico.
 

O médico regulador reforça que, em casos de afogamento, além do acionamento do Samu pelo 192, é fundamental também chamar o Corpo de Bombeiros pelo número 193, especialmente quando a vítima ainda está dentro da água ou há necessidade de resgate aquático. “O Corpo de Bombeiros realiza o salvamento em ambientes aquáticos, enquanto o Samu atua no atendimento médico fora da água. Em situações de submersão, os dois serviços devem ser acionados”, orienta.
 

Em situações de queimadura, a recomendação é resfriar imediatamente a área atingida com água corrente fria, sem uso de gelo, por cerca de 15 a 20 minutos, evitando qualquer substância caseira. Já em casos de intoxicação ou ingestão de objetos, não se deve provocar vômito e o atendimento deve ser acionado imediatamente.
 

“A combinação entre informação, ambientes mais seguros e atenção permanente dos responsáveis é fundamental para reduzir acidentes graves durante esse período”, afirma Bermudes. 

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de  30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

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Unacon de Americana registra milhares de atendimentos oncológicos em 2025

A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), em Americana, registrou, ao longo de 2025, 27.947 atendimentos, entre consultas médicas e multiprofissionais, procedimentos de enfermagem, cirurgias e sessões de quimioterapia, consolidando-se como referência no tratamento oncológico e no cuidado integral aos pacientes.

No período, foram realizadas 7.010 consultas médicas e 2.163 atendimentos pela equipe multiprofissional, formada por profissionais de psicologia, serviço social e nutrição. A unidade também contabilizou 8.877 sessões de quimioterapia, 9.275 procedimentos de enfermagem, 517 cirurgias eletivas e 105 procedimentos pré-cirúrgicos.

Os dados evidenciam a alta demanda pelos serviços e reforçam a importância da Unacon dentro da rede pública de saúde. O atendimento é realizado por uma equipe multiprofissional que acompanha os pacientes desde o primeiro atendimento até o seguimento clínico, garantindo assistência contínua em todas as fases do tratamento.

Para o diretor geral da unidade, Ruy Santos, os números representam muito mais do que estatísticas. “Cada número que apresentamos carrega uma história, um nome e uma família que deposita em nós a esperança de cuidado e acolhimento. A Unacon não é feita apenas de atendimentos, mas de pessoas que trabalham diariamente com sensibilidade, responsabilidade e compromisso com a vida.”

A unidade dispõe de estrutura adequada para a realização de procedimentos ambulatoriais, pré-cirúrgicos e para a administração de quimioterapia, com monitoramento permanente e suporte de enfermagem especializada. Os serviços seguem protocolos técnicos e de segurança, priorizando a qualidade assistencial e o acolhimento aos pacientes.

“O atendimento oncológico exige acompanhamento contínuo e atuação integrada. Cada consulta, sessão de quimioterapia ou procedimento realizado reflete o trabalho conjunto de uma equipe multiprofissional preparada para oferecer um cuidado seguro e humanizado. Nosso foco é garantir que o paciente seja assistido em todas as etapas do tratamento, com atenção às suas necessidades clínicas e emocionais”, destacou a coordenadora da unidade, Raquel Cordeiro.

Com os resultados registrados ao longo do ano, a Unacon reforça seu papel no fortalecimento da assistência oncológica e na ampliação do acesso ao tratamento de alta complexidade, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população atendida.

A Unacon é administrada pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Hospital Municipal de Americana amplia cuidado aos pacientes com novas cadeiras de rodas e de banho

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, recebeu nesta sexta-feira (9) cinco novas cadeiras de rodas e cinco cadeiras de banho, reforçando a estrutura de apoio à mobilidade, higiene e segurança dos pacientes atendidos pela unidade.

A aquisição amplia de forma imediata a disponibilidade desses equipamentos, considerados essenciais para a rotina assistencial e para o atendimento humanizado, especialmente de pacientes com mobilidade reduzida ou em recuperação de procedimentos cirúrgicos. Atualmente, além das 10 novas cadeiras, o HM dispõe de 10 cadeiras de rodas e 22 macas, sendo 10 macas com rodas e 12 macas fixas.

De acordo com o diretor do Hospital Municipal, Ruy Santos, o investimento reforça o compromisso com a qualidade da assistência. “A chegada desses novos equipamentos melhora as condições de atendimento e dá mais suporte às equipes e aos pacientes. Nosso objetivo é garantir estrutura adequada, segurança e acolhimento, acompanhando a demanda diária do hospital”, destacou.

A ampliação do número de cadeiras contribui diretamente para atender períodos de maior demanda, especialmente em dias com volume elevado de atendimentos ortopédicos e pacientes em pós-operatório, reduzindo a possibilidade de indisponibilidade momentânea.

“Essa ampliação é mais uma ação voltada à qualificação da assistência e ao cuidado humanizado com os pacientes. São equipamentos essenciais para garantir mais segurança, conforto e dignidade, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida. Esse investimento reforça o compromisso da administração municipal em fortalecer a estrutura hospitalar e oferecer melhores condições de atendimento à população de Americana”, declarou o secretário municipal de Saúde, Danilo Carvalho Oliveira.

A administração do hospital segue realizando investimentos contínuos na modernização da estrutura e na qualificação dos serviços, com foco na organização dos fluxos internos e na melhoria permanente do atendimento à população. O HM é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Equipe de enfermagem comemora aniversário de paciente internada no Hospital Municipal de Americana

O que seria apenas mais um dia de internação se transformou em um momento de emoção e afeto no Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana. Internada desde o dia 11 de novembro do ano passado, a paciente Maria Eulália, de 76 anos, teve o aniversário celebrado pela equipe de enfermagem da unidade, que se uniu para levar bolo, cantar “parabéns” e, acima de tudo, oferecer carinho em um momento delicado de sua trajetória de cuidado.

A surpresa, preparada com todo zelo e respeito aos protocolos assistenciais, emocionou a paciente, seus familiares e os profissionais que acompanharam a celebração. O gesto simples, mas carregado de significado, levou conforto, acolhimento e sorrisos, reforçando que o cuidado em saúde também se constrói com empatia, presença e sensibilidade, especialmente para quem enfrenta uma longa internação.

Para a diretora técnica do hospital, Dra. Eloisa Duzzi, atitudes como essa refletem a verdadeira essência do cuidar. “Momentos como esse mostram que a saúde vai muito além dos procedimentos técnicos. A humanização é um pilar do nosso trabalho, e gestos feitos com carinho têm um impacto profundo no bem-estar emocional dos pacientes. Essa ação representa o compromisso do Hospital Municipal com um atendimento mais humano e sensível”, destacou.

A coordenadora das alas, Bruna Bergantim, ressaltou que a iniciativa nasceu do vínculo criado no dia a dia da assistência. “Cada paciente carrega uma história, sentimentos e expectativas. Celebrar o aniversário da dona Maria Eulália, que está conosco há meses, foi uma forma de demonstrar que ela é vista, cuidada e não está sozinha. São momentos assim que fortalecem o vínculo e aquecem o coração de todos”, afirmou.

A humanização faz parte da rotina do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e se revela em pequenos gestos que fazem grande diferença, tornando o ambiente hospitalar mais leve, acolhedor e cheio de humanidade, tanto para quem recebe quanto para quem oferece o cuidado.

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.


Texto e fotos: Ariel Ferreira (MTb 62.872) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

UPA São José, em Americana, registra números expressivos de atendimentos e procedimentos em 2025

A UPA São José, na região da Cidade Jardim, apresentou números expressivos ao longo de 2025, reafirmando seu papel fundamental na rede de urgência e emergência. No período, a unidade realizou 88.040 atendimentos, garantindo acolhimento e assistência contínua à população.

Para o diretor-geral, Ruy Santos, os números refletem muito mais do que volume de atendimentos. “Os dados registrados pela UPA São José em 2025 demonstram a importância estratégica da unidade para a rede de urgência e emergência. Eles representam o compromisso das equipes com um atendimento responsável, humanizado e de qualidade, garantindo assistência à população todos os dias do ano”, destacou.

Além dos atendimentos médicos, foram realizados 71.244 exames, essenciais para o diagnóstico e a condução adequada dos casos. Desse total, 15.424 exames de raio X contribuíram para ampliar a resolutividade e a agilidade no atendimento. A unidade também contabilizou 183.942 procedimentos de enfermagem, evidenciando a atuação permanente das equipes multiprofissionais.

A coordenadora da UPA São José, Janine Teles, ressaltou o empenho dos profissionais que atuam na linha de frente. “Esses resultados são fruto do trabalho integrado das equipes médicas, de enfermagem e de apoio. Cada atendimento, exame e procedimento representa dedicação, esforço e cuidado com o paciente. É um trabalho intenso, realizado com responsabilidade, acolhimento e foco na resolutividade”, afirmou.

Os números consolidados de 2025 reforçam o compromisso da UPA São José com a qualidade dos serviços prestados e com a humanização do atendimento à população.

O secretário municipal de Saúde, Danilo Carvalho Oliveira, destacou que os números registrados pela UPA São José em 2025 refletem o fortalecimento da rede de urgência e emergência do município. “Os mais de 88 mil atendimentos e quase 184 mil procedimentos de enfermagem demonstram a capacidade de resposta da unidade e o compromisso da gestão com uma assistência eficiente, resolutiva e humanizada. Esses resultados são fruto de investimentos contínuos, planejamento e, principalmente, da dedicação dos profissionais que atuam diariamente para garantir cuidado e segurança à população”, declarou.

A UPA São José é administrada pelo Grupo Chavantes, em gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto e fotos: Ariel Ferreira (MTb 62.872) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

UPA Dona Rosa em Americana registra mais de 88 mil atendimentos em 2025

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dona Rosa, na região do Parque Gramado, em Americana, encerrou 2025 com números expressivos que reforçam a importância do serviço para a assistência em saúde da população. Ao longo do ano, a unidade realizou 88.419 atendimentos, garantindo acolhimento e cuidado a pacientes em situações de urgência e emergência.

Além dos atendimentos médicos, a equipe de enfermagem realizou 254.096 procedimentos, evidenciando a alta demanda e a complexidade do trabalho desenvolvido diariamente no local. No apoio ao diagnóstico e à condução clínica dos pacientes, a UPA também contabilizou 15.598 exames de raio-X e 50.510 exames laboratoriais em 2025, assegurando agilidade, precisão e segurança na assistência.

Para o coordenador da UPA Dona Rosa, Leonardo Paiva, os números refletem o esforço contínuo das equipes e a relevância da unidade na rede de urgência e emergência. “Os dados de 2025 demonstram a importância da UPA Dona Rosa para a rede e evidenciam o empenho diário de todos os profissionais. Mesmo diante de uma demanda elevada, as equipes mantêm o compromisso com um atendimento ágil, seguro e humanizado, sempre com foco no acolhimento e na resolutividade para a população”, destacou.

Os resultados reforçam a importância da unidade como uma porta de entrada essencial da rede de urgência e emergência, contribuindo de forma decisiva para garantir assistência contínua e de qualidade à população.

Para o secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho Oliveira, os números alcançados demonstram a relevância estratégica da UPA para o sistema de saúde do município. “Os mais de 88 mil atendimentos realizados ao longo do ano refletem o papel fundamental da UPA Dona Rosa como uma das principais portas de entrada da nossa rede. Esses resultados são fruto do trabalho comprometido e qualificado das equipes, do investimento contínuo em estrutura e da gestão compartilhada, que tem garantido atendimento humanizado à população de Americana”, afirmou.

A UPA Dona Rosa é administrada pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Ariel Ferreira (MTb 62.872) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes