Uso precoce de celulares exige atenção para a saúde ocular infantil

Oftalmologista da Santa Casa de Chavantes reforça que os cuidados com a visão devem começar desde os primeiros anos de vida 

O contato com celulares e tablets acontece cada vez mais cedo na infância, mas o uso excessivo desses dispositivos pode trazer impactos para a saúde ocular. A exposição prolongada às telas exige esforço contínuo da visão de perto, favorece o ressecamento dos olhos devido à redução da frequência das piscadas e pode contribuir para o desenvolvimento ou a progressão da miopia em crianças.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,2 bilhões de pessoas no mundo apresentam algum grau de deficiência visual ou cegueira ao longo da vida. Já o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) estima que até 90% dos casos de cegueira e deficiência visual podem ser evitados ou tratados quando diagnosticados precocemente.

Na infância, os problemas de visão também são frequentes. Dados do CBO apontam que aproximadamente 20% das crianças em idade escolar apresentam alguma alteração visual, sendo a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo os diagnósticos mais comuns. Muitas dessas alterações passam despercebidas pelos pais, já que a criança nem sempre consegue identificar ou relatar a dificuldade para enxergar.

De acordo com o oftalmologista Dr. Renato Bezerra Kitahara, da Santa Casa de Chavantes, os cuidados com a visão devem começar desde os primeiros anos de vida e incluem tanto o controle do tempo de tela quanto o acompanhamento oftalmológico periódico.

“Os olhos da criança ainda estão em desenvolvimento e são mais sensíveis aos hábitos do dia a dia. O uso prolongado de celulares pode favorecer a fadiga ocular, o ressecamento dos olhos e acelerar a progressão da miopia em crianças predispostas. Por isso, é importante estabelecer limites para o uso das telas e estimular atividades ao ar livre”, explica.

O tempo de exposição às telas deve respeitar a faixa etária da criança. A recomendação é que menores de dois anos não utilizem celulares, tablets ou outros dispositivos eletrônicos. Entre dois e cinco anos, o uso deve ser limitado a, no máximo, uma hora por dia, sempre com supervisão de um adulto. Já para crianças de seis a dez anos, o ideal é que o tempo de tela fique entre uma e duas horas diárias, dividido em períodos menores ao longo do dia.

Independentemente da idade, alguns cuidados ajudam a reduzir os impactos do uso prolongado de telas na saúde ocular. Uma das principais orientações é seguir a regra 20-20-20: a cada 20 minutos utilizando computador, celular ou tablet, deve-se desviar o olhar por 20 segundos para um objeto localizado a aproximadamente seis metros de distância. Também é importante manter uma distância confortável da tela, evitando utilizar os dispositivos muito próximos ao rosto, além de piscar conscientemente durante o uso para prevenir o ressecamento dos olhos.

Outra medida importante é evitar o uso de dispositivos eletrônicos nas duas horas que antecedem o horário de dormir, reduzindo os impactos na qualidade do sono e proporcionando maior descanso para os olhos. Sempre que possível, também é recomendado alternar o tempo de tela com atividades ao ar livre, já que a exposição à luz natural contribui para o desenvolvimento saudável dos olhos e auxilia na prevenção da progressão da miopia.

Além dos cuidados diários, o acompanhamento oftalmológico periódico é fundamental para identificar alterações visuais ainda nas fases iniciais, mesmo quando não há sintomas aparentes.

“Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa. O exame oftalmológico anual permite identificar precocemente alterações na visão, aumentando as chances de tratamento e evitando que problemas simples evoluam para quadros mais graves. A prevenção continua sendo o melhor caminho para preservar a saúde ocular em qualquer fase da vida”, afirma o médico.

Os pais também devem ficar atentos a sinais que podem indicar dificuldades visuais nas crianças, como esfregar os olhos com frequência, aproximar-se muito da televisão ou dos livros, reclamar de dores de cabeça recorrentes, apresentar queda no rendimento escolar ou dificuldade para enxergar objetos distantes. Ao perceber qualquer um desses sintomas, a recomendação é procurar um oftalmologista para uma avaliação.

Sobre o Grupo Chavantes

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 35 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

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Julho Amarelo reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce das hepatites virais

Especialista do Hospital Municipal de Itu explica as diferenças entre os tipos de hepatite, as formas de transmissão e os tratamentos 

As hepatites virais são doenças que provocam inflamação no fígado e, em muitos casos, evoluem de forma silenciosa. Por na maioria das vezes não apresentarem sintomas nas fases iniciais, podem permanecer sem diagnóstico durante anos, o que aumenta o risco de complicações como cirrose, insuficiência hepática e câncer de fígado. Durante o Julho Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre as hepatites virais, médicos alertam para a importância do diagnóstico precoce, principalmente nos casos das hepatites B e C.
 

Existem cinco tipos principais de hepatites virais: A, B, C, D e E. Cada uma apresenta formas distintas de transmissão, evolução e tratamento. As hepatites A e E são transmitidas principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados e costumam provocar infecções agudas, sem evolução para doença crônica na maioria dos casos. A hepatite D ocorre apenas em pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B. Já as hepatites B e C podem evoluir para formas crônicas da doença e aumentar o risco de cirrose e câncer de fígado quando não são diagnosticadas precocemente e tratadas.
 

A hepatite B é transmitida pelo contato com sangue contaminado, por relações sexuais desprotegidas e da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto. A hepatite C tem como principal forma de transmissão o contato com sangue contaminado, especialmente pelo compartilhamento de objetos perfurocortantes ou pelo uso de materiais não esterilizados. Para a hepatite C, o risco de transmissão sexual é também significativo.
 

Segundo a infectologista Dra. Daniela Pereira Lopes, do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, as hepatites B e C podem permanecer sem sintomas por muitos anos, o que dificulta o diagnóstico precoce.

“As hepatites B e C costumam evoluir de forma silenciosa. Muitas pessoas descobrem a infecção apenas quando já apresentam lesões no fígado. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento no momento adequado, reduzir o risco de complicações e interromper a transmissão do vírus”, explica.
 

Entre 2000 e 2022, a hepatite B foi responsável por 21,7% das mortes relacionadas às hepatites virais no Brasil, enquanto a hepatite C respondeu por 75,9% dos óbitos registrados no mesmo período.
 

Embora muitas pessoas não apresentem sintomas nas fases iniciais, quando eles surgem podem incluir cansaço intenso, febre, mal-estar, náuseas, perda de apetite, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Na fase crônica, as hepatites B e C,  os sintomas são inespecíficos  e  podem não aparecer por décadas.
 

O diagnóstico é realizado por meio de exames laboratoriais, incluindo testes rápidos disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de exames de sangue que identificam o vírus. Devem realizar os testes pessoas compartilham objetos perfurocortantes, fazem uso de drogas injetáveis, possuem múltiplos parceiros sexuais, pessoas que tiveram contato com sangue sem proteção, bem como os contatos domiciliares dos portadores destes vírus.
 

“A vacinação contra a hepatite B, o uso de preservativos, a utilização de materiais esterilizados em procedimentos como tatuagens e piercings e o não compartilhamento de objetos que possam ter contato com sangue, como lâminas de barbear, alicates de unha e escovas de dente, reduzem o risco de infecção.”
 

A vacina contra a hepatite B é oferecida gratuitamente pelo SUS para toda a população, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações. A hepatite A também pode ser prevenida por vacinação, de acordo com o calendário vacinal, além da adoção de medidas de higiene, do consumo de água tratada e da ampliação do saneamento básico.
 

O tratamento varia conforme o tipo de hepatite. As hepatites A e E normalmente exigem apenas acompanhamento clínico e medidas de suporte, já que o organismo costuma eliminar o vírus espontaneamente. Nos casos de hepatite B, o tratamento depende da fase da doença e pode incluir medicamentos antivirais para controlar a infecção e reduzir o risco de evolução para cirrose e câncer de fígado. Já a hepatite C apresenta índices superiores a 95% de cura com antivirais de ação direta, administrados por via oral durante algumas semanas.
 

“Atualmente, a hepatite C tem cura na maioria dos casos quando diagnosticada e tratada adequadamente. Pessoas que tiveram exposição aos fatores de risco ou nunca realizaram os testes devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. O diagnóstico precoce reduz o risco de complicações e permite iniciar o tratamento no momento adequado”, conclui a infectologista.

 

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Boletim Informativo Julho 2026

Grupo Chavantes assume gestão do novo ambulatório do hospital e maternidade de Várzea Paulista

Presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Turim, analisa cenários da gestão em saúde no Mídia Cast

A presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Turim, participou no dia 16 de julho de 2026 de uma entrevista ao videocast Grupo Mídia Cast. No encontro, a executiva abordou os principais desafios estruturais, as tendências e as perspectivas para o setor de gestão em saúde no Brasil.

Durante a conversa, Dra. Letícia compartilhou a experiência operacional do Grupo Chavantes na administração de hospitais e unidades de urgência do SUS. Foram discutidos tópicos estratégicos como inovação nos processos assistenciais, eficiência na alocação de recursos públicos, expansão de serviços de saúde e a aplicação de tecnologias sustentáveis na gestão hospitalar.

A participação da liderança proporcionou uma análise sobre o futuro da saúde pública e privada no país. A entrevista destacou a importância de modelos de governança focados na segurança do paciente, no aprimoramento dos profissionais e na entrega de serviços de saúde acessíveis e de alta qualidade para a sociedade.

Comissão de Humanização do Hospital Municipal de Americana cria mural temático no Mês do Hospital

Em comemoração ao Mês do Hospital, a Comissão de Humanização do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi organizou uma homenagem especial aos colaboradores da unidade no dia 17 de julho de 2026. A iniciativa marca o Dia Nacional do Hospital (2 de julho) e o Dia Mundial do Hospital (14 de julho).

Para representar a integração das equipes, foi instalado no hospital um mural fotográfico no formato de engrenagem. O painel simboliza a interconexão entre as áreas assistenciais, técnicas e administrativas, ressaltando que cada função é indispensável para o funcionamento contínuo e eficiente do serviço de saúde pública.

A ação teve como propósito valorizar o corpo colaborativo que atua na linha de frente e nos bastidores da instituição. Ao destacar a dedicação diária dos profissionais, o Hospital Municipal de Americana reafirma seu compromisso com o cuidado humanizado e com o reconhecimento daqueles que se dedicam à saúde da população.

UPA Dona Rosa promove a SIPAT 2026 focada na prevenção de acidentes e saúde ocupacional

A UPA Dona Rosa finalizou no dia 20 de julho de 2026 a sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT 2026). O evento reuniu profissionais de diferentes áreas operacionais e assistenciais para uma programação voltada à biossegurança e ao fortalecimento da cultura de prevenção no ambiente de pronto atendimento.

Ao longo da semana, a unidade promoveu palestras técnicas e dinâmicas educativas sobre gestão de riscos corporativos, saúde física e mental no trabalho, além do uso correto de equipamentos de proteção. O encontro proporcionou um espaço de troca de conhecimentos, enfatizando que a segurança do colaborador é a base para uma assistência ao paciente com alto padrão de qualidade.

A constante qualificação das equipes da UPA Dona Rosa alinha-se às diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde de Americana e do Grupo Chavantes. Investir na conscientização contínua dos trabalhadores fortalece o modelo de atendimento humanizado e seguro em toda a rede de urgência municipal.

Hospital Municipal de Americana elege nova formação da CIPAA para a gestão 2026/2027

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi concluiu, no dia 20 de julho de 2026, o processo eleitoral para a escolha dos novos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPAA), válida para o mandato 2026/2027. O pleito registrou a participação de 439 colaboradores de diversos setores da instituição.

A eleição mobilizou a unidade nos dias anteriores, quando urnas itinerantes percorreram as alas e recepções para garantir o acesso de todos os trabalhadores à votação. A comissão eleita terá como atribuição o mapeamento de riscos, a promoção de orientações sobre o uso de EPIs e a implementação de ações contínuas de combate ao assédio e prevenção de acidentes de trabalho.

A posse oficial dos novos integrantes da CIPAA está agendada para o dia 19 de agosto de 2026. A estruturação da comissão reforça a política do Hospital Municipal de Americana em manter um ambiente de trabalho seguro, pautado pelo respeito e pela proteção à saúde ocupacional de seus profissionais.

Cães terapeutas visitam o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e a Unacon em ação de humanização

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e a Unacon de Americana receberam, no dia 21 de julho de 2026, a visita dos cães terapeutas Zaya, Duque e Phill. A atividade de pet terapia levou momentos de afeto, leveza e acolhimento a pacientes internados, acompanhantes e profissionais das equipes assistenciais.

Realizada em parceria com o projeto Patas que Curam, a iniciativa integra o cronograma semanal de ações de humanização do hospital. As visitas são executadas sob rigorosos protocolos de biossegurança e higiene hospitalar, com o objetivo de oferecer suporte emocional e atenuar a rotina de internação e tratamento oncologico.

A inclusão da pet terapia nas rotinas hospitalares reafirma a visão da instituição de que a assistência integral deve contemplar o bem-estar psicológico. A interação com os animais estimula a produção de memórias positivas e ajuda a criar um ambiente hospitalar mais acolhedor para a comunidade de Americana.

Santa Casa de Chavantes promove Arraiá Solidário no estacionamento do Ambulatório de Oftalmologia

A Santa Casa de Chavantes realiza, no dia 24 de julho de 2026, seu tradicional Arraiá Solidário. O evento acontecerá a partir das 10h, no estacionamento do Ambulatório de Oftalmologia da instituição, situado na Rua Maria Ferreira, nº 22, no Centro de Chavantes (SP).

A programação foi elaborada para reunir colaboradores, pacientes e a comunidade local em um momento de celebração, contando com barracas de comidas típicas, atrações recreativas e espaço infantil. Além de promover a integração social e o lazer, a festividade tem como eixo central a arrecadação de doações destinadas às famílias em situação de vulnerabilidade assistidas na região.

A iniciativa reflete o compromisso da Santa Casa de Chavantes com a responsabilidade social e a humanização do cuidado comunitário. A diretoria convida toda a população a participar deste encontro de solidariedade, reforçando que o engajamento coletivo é fundamental para o fortalecimento da rede de apoio local.

Unacon de Americana apresenta trabalho premiado em congresso nacional de saúde pública

A Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia) e a Secretaria de Saúde de Americana participam, nesta semana, do 39º Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizado em Porto Alegre (RS). Considerado o maior congresso de saúde pública do mundo, o evento reúne gestores, profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde), pesquisadores, estudantes e representantes de instituições de todo o país para debates, painéis, oficinas e trocas de experiências voltadas ao aprimoramento da gestão pública em saúde, fortalecendo a integração entre as cidades e incentivando a disseminação de práticas inovadoras.

Representando o município de Americana, estão presentes no congresso o secretário de Saúde, Danilo Carvalho Oliveira, o secretário adjunto de Saúde, Fábio Joner, a superintendente da Fusame (Fundação de Saúde de Americana), Lilian Franco de Godoi, a superintendente adjunta da Fusame, Tatiane Apostólico, a diretora da Unidade de Serviços de Saúde Básica e Preventiva, Simone Maciel, a assessora da diretoria da Unidade de Atenção Especializada, Jessica Lavanholi, e a coordenadora da Unacon, Raquel Cordeiro.

Raquel apresentou o trabalho “Entre fios e vínculos: impacto de ação itinerante de doação de perucas a mulheres em quimioterapia”, iniciativa que conquistou, em abril deste ano, o Prêmio David Capistrano, durante o 39º Congresso do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP). Na ocasião, o projeto foi um dos destaques entre mais de 2.700 trabalhos inscritos de todo o estado, sendo reconhecido pela relevância da iniciativa, que promove acolhimento, fortalecimento da autoestima e humanização do cuidado às mulheres em tratamento oncológico por meio do Banco de Perucas Móvel.

“Apresentar essa experiência em um dos maiores eventos de saúde pública do mundo foi uma grande honra e representa o reconhecimento de um trabalho construído diariamente pela equipe da unidade, sempre voltado à melhoria do cuidado oferecido à população. O Banco de Perucas Móvel nasceu justamente desse propósito: oferecer um acolhimento que vai além do tratamento clínico, apoiando as pacientes em um momento de grande impacto emocional. Compartilhar essa iniciativa com profissionais de todo o Brasil fortalece a troca de experiências e demonstra como ações desenvolvidas com sensibilidade, compromisso e humanização podem transformar vidas”, destacou Raquel.

A participação de Americana no Congresso do Conasems ocorre por meio da 21ª Mostra Brasil “Aqui Tem SUS”, espaço dedicado à apresentação de experiências exitosas desenvolvidas pelos municípios brasileiros e que contribuem para o fortalecimento do SUS.

“Nossa participação mostra que investir em profissionais qualificados, incentivar boas práticas e fortalecer a rede municipal de saúde gera resultados concretos. Ver uma iniciativa desenvolvida em nossa cidade sendo apresentada em um congresso de referência nacional demonstra que estamos no caminho certo, construindo um SUS cada vez mais eficiente, acolhedor e capaz de produzir experiências que podem servir de inspiração para outros municípios”, ressaltou o secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho Oliveira.

A presença da Unacon no congresso reforça o compromisso da unidade com a inovação, a humanização da assistência e a disseminação de boas práticas. “Levar uma experiência desenvolvida em Americana para um congresso de alcance nacional é motivo de muito orgulho e demonstra a qualidade do trabalho realizado pela equipe da Unacon. Esse reconhecimento reafirma o compromisso da instituição com uma assistência humanizada, inovadora e alinhada aos princípios do SUS, que coloca o paciente no centro do cuidado, além de inspirar outros serviços de saúde”, afirmou o diretor-geral do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e da Unacon, Ruy Santos.

A Unacon é administrada pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.


Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes
 

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