UPA Dona Rosa recebe visita diagnóstica do HCor para qualificar atendimento a casos tempo-dependentes

Projeto de Boas Práticas busca aprimorar fluxos e protocolos para AVC, sepse e dor torácica.

A UPA Dona Rosa recebeu, no dia 21 de janeiro, uma visita diagnóstica do Hospital do Coração (HCor) voltada à implantação do Projeto de Boas Práticas para o atendimento de pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), sepse e dor torácica. As três condições são consideradas tempo-dependentes, ou seja, exigem agilidade e precisão no atendimento para reduzir riscos, sequelas e mortalidade.
 

A iniciativa tem como objetivo avaliar os fluxos assistenciais da unidade, identificar oportunidades de melhoria e apoiar a organização dos processos internos, com foco no fortalecimento dos protocolos clínicos e na tomada de decisão mais rápida desde a chegada do paciente até a definição da conduta adequada.
 

Durante a visita, foram analisados aspectos relacionados à estrutura, às rotinas assistenciais, à integração entre as equipes e à aderência às diretrizes de segurança do paciente. O projeto prevê, ainda, ações de capacitação profissional e acompanhamento contínuo dos indicadores, contribuindo para a padronização das práticas e a melhoria da qualidade do cuidado.
 

Para o coordenador da UPA Dona Rosa, Leonardo Paiva, a visita representa um avanço importante na organização do atendimento. “Trabalhar com protocolos bem definidos para condições tempo-dependentes faz diferença direta no desfecho do paciente. Essa avaliação nos ajuda a identificar ajustes necessários e a qualificar ainda mais a atuação da equipe”, afirma.
 

Com a implantação do Projeto de Boas Práticas, a UPA Dona Rosa avança na qualificação do atendimento de casos críticos, ampliando a capacidade de resposta da unidade e a resolutividade dos serviços prestados à população. A visita diagnóstica marca mais uma etapa do processo de melhoria contínua adotado pela unidade.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp) 

UPA Dona Rosa promove ação do Janeiro Branco voltada à saúde mental dos colaboradores

Atividade conduzida por psicóloga abordou estratégias práticas de 
autocuidado emocional no ambiente de trabalho.

A UPA Dona Rosa realizou, nesta semana, uma ação em alusão ao Janeiro Branco, campanha dedicada à conscientização sobre a saúde mental. A iniciativa foi direcionada aos colaboradores da unidade e conduzida pela psicóloga Paola Cristina Cunha, voluntária articulada pela equipe da Comissão de Humanização da unidade.
 

Durante o encontro, o tema foi tratado de forma acessível e acolhedora, com foco nos desafios emocionais enfrentados no ambiente de trabalho. Os profissionais participaram de orientações práticas e exercícios de respiração voltados à regulação emocional, à redução da ansiedade e ao manejo de crises de pânico.
 

Segundo a psicóloga, as técnicas apresentadas podem ser aplicadas no dia a dia, inclusive em situações de maior pressão. “A respiração é uma ferramenta simples e acessível, capaz de ajudar o corpo a sair do estado constante de alerta, promovendo mais equilíbrio emocional e sensação de segurança”, explicou Paola.
 

A profissional também ressaltou a importância de abrir espaços de escuta dentro das instituições de saúde. “Cuidar da saúde mental de quem atua na linha de frente é essencial. Esses momentos permitem pausa, reflexão e autocuidado”, afirmou.
 

Como parte das ações do Janeiro Branco, a unidade também promoveu a Terapia do Abraço, incentivando gestos simples de acolhimento e aproximação entre os colaboradores. A atividade reforçou a importância das relações interpessoais e do cuidado mútuo no ambiente de trabalho.
 

As iniciativas reforçam o compromisso da UPA Dona Rosa com a promoção de um ambiente mais acolhedor e atento ao bem-estar emocional das equipes, reconhecendo que o cuidado com a saúde mental também começa dentro da própria instituição.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp) 

Treinamento de Brigada de Incêndio reforça preparo das equipes na UPA Dona Rosa em Americana

Nos dias 22 e 23 de janeiro, foi realizada a Brigada de Incêndio, com foco no treinamento teórico e prático das equipes, reforçando procedimentos de prevenção, combate a princípios de incêndio e atuação em situações de emergência.

A capacitação foi conduzida pelo instrutor Jorge Machado, que apresentou conteúdos atualizados e alinhados às normas de segurança, proporcionando aos participantes uma formação completa e dinâmica. Durante o treinamento, os colaboradores tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos teóricos e, principalmente, aplicar na prática técnicas essenciais para o controle de incêndios, evacuação de áreas e primeiros atendimentos.

A iniciativa reforça o compromisso da organização com a segurança, a prevenção de riscos e a proteção das pessoas e do patrimônio, garantindo que as equipes estejam preparadas para agir de forma rápida, segura e eficiente em situações emergenciais.

Santa Casa de Chavantes recebe recertificação da Acreditação ONA

Certificação nacional reconhece padrões de qualidade assistencial, segurança do paciente e gestão de processos

A Santa Casa de Chavantes recebeu, na sexta-feira (23), a recertificação da Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA). A avaliação foi realizada nos dias 2 e 3 de dezembro por avaliadores do Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde (IBES), instituição credenciada pela ONA.
 

A instituição conquistou a certificação pela primeira vez em 2023 e, agora, passa pelo processo de recertificação, mantendo os padrões exigidos de qualidade e segurança assistencial. À época da conquista inicial, a Santa Casa de Chavantes tornou-se a 5ª Santa Casa do Estado de São Paulo e a 14ª do Brasil a obter a acreditação ONA.
 

O processo avaliativo incluiu visitas presenciais a diferentes setores da unidade, entrevistas com profissionais e análise de documentos, indicadores e dados assistenciais. São examinadas todas as áreas de atuação da instituição, incluindo aspectos estruturais, organizacionais e assistenciais.
 

Para a presidente do Grupo Chavantes, Leticia Bellotto Turim, a recertificação é resultado de um trabalho contínuo. “A ONA avalia a prática cotidiana, o envolvimento das equipes e a forma como a instituição gerencia riscos, processos e a segurança do paciente”, afirma.
 

Segundo ela, o processo também contribui para o aprimoramento da gestão. “Cada avaliação traz apontamentos que ajudam a ajustar fluxos e fortalecer rotinas. A recertificação indica consistência no trabalho, mas reforça que a qualidade precisa ser mantida diariamente”, completa.

Sobre a Acreditação ONA
 

A Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) é concedida a instituições de saúde que cumprem ou superam, em 70% ou mais, os padrões e requisitos de qualidade e segurança estabelecidos pela metodologia da entidade. O processo avalia todas as áreas de atuação da instituição, incluindo aspectos estruturais, organizacionais e assistenciais, com foco na segurança do paciente e na gestão dos processos.
 

No cenário nacional, a certificação ainda é restrita. Dos cerca de 6.800 hospitais existentes no Brasil, pouco mais de 450 possuem algum nível de acreditação ONA. Desses, apenas 94 são hospitais públicos.
 

Para a presidente, esse contexto amplia a responsabilidade da instituição. “Estar entre os hospitais acreditados reforça o compromisso com boas práticas e com a assistência prestada aos pacientes, aos profissionais e ao sistema público de saúde”, conclui.

Crédito foto: Grupo Chavantes/Divulgação. 

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp)

Visita de Diagnóstico HCOR na UPA Dona Rosa, em Americana

UPA Dona Rosa avança na qualificação do atendimento a casos de AVC, Sepse e Dor Torácica
A unidade de pronto atendimento UPA Dona Rosa recebeu uma visita diagnóstica no dia 21/01/26 voltada à implantação do Projeto de Boas Práticas para o atendimento de pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), Sepse e Dor Torácica — condições consideradas tempo-dependentes, nas quais a agilidade no atendimento é determinante para salvar vidas e reduzir sequelas.


A iniciativa tem como foco a análise dos fluxos assistenciais, a organização dos processos internos e o fortalecimento dos protocolos clínicos, promovendo respostas mais rápidas, seguras e eficazes desde a chegada do paciente até a conduta adequada. Com a implantação do projeto, a equipe passa a contar com um trabalho estruturado de melhorias contínuas, capacitação profissional e alinhamento das práticas assistenciais às diretrizes de segurança do paciente e qualidade do cuidado. O objetivo é claro: tornar a unidade uma referência no atendimento desses agravos, oferecendo à população um cuidado cada vez mais ágil, organizado e resolutivo. A busca pela excelência é um compromisso permanente, e cada avanço representa mais segurança e qualidade na assistência prestada

Janeiro Branco na UPA Dona Rosa, em Americana

Nesta semana, a UPA Dona Rosa realizou uma atividade em alusão ao Janeiro Branco. Os colaboradores tiveram a oportunidade de participar de um momento conduzido pela Psicóloga Paola Cristina Cunha – CRP 06/158661, que abordou o tema de forma leve, acolhedora e esclarecedora junto à equipe.
Durante o encontro, foram compartilhadas e vivenciadas estratégias de respiração voltadas à regulação emocional, redução da ansiedade e manejo de crises de pânico. As técnicas apresentadas atuam diretamente no sistema nervoso, auxiliando na desaceleração do ritmo cardíaco e no aumento da sensação de segurança e bem-estar.
A ação proporcionou um espaço de cuidado, escuta e fortalecimento da saúde mental dos colaboradores.
Cuidar de quem cuida também é prioridade

UPA de Carapina, em Serra (ES), abre processo seletivo para vagas de emprego

Administrada pelo Grupo Chavantes, funções abrangem áreas operacionais, administrativas e assistencial

O Grupo Chavantes, que administra a UPA de Carapina, no município de Serra (ES), abriu processo seletivo para novas oportunidades de trabalho. As vagas são destinadas a profissionais de diferentes áreas da saúde e administrativa, com contratação pelo regime CLT e atuação presencial.
 

Entre as oportunidades disponíveis estão os cargos de EnfermeiroTécnico de EnfermagemAuxiliar de LaboratórioAuxiliar AdministrativoAuxiliar de Saúde Bucal e Controlador de Acesso, todos vinculados ao Edital 001/2026. As vagas contemplam diferentes níveis de escolaridade, desde ensino médio até graduação, com salários que variam conforme o cargo, além de benefícios como vale-transporte e vale-alimentação.
 

Segundo a presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Bellotto Turim, a abertura das vagas reforça o compromisso da instituição com a qualidade da assistência prestada à população. “A formação de equipes qualificadas e comprometidas é fundamental para garantir um atendimento humanizado, seguro e eficiente. Nosso objetivo é fortalecer os serviços de saúde e, ao mesmo tempo, gerar oportunidades de trabalho para a comunidade”, afirma.
 

Todas as vagas são abertas à participação de pessoas com deficiência (PCD) e de profissionais de diferentes raças, gêneros, identidades, orientações, idades e contextos socioculturais. O processo seletivo inclui etapas como análise curricular, prova teórica e entrevista comportamental e técnica, que podem ocorrer de forma presencial ou on-line, conforme o cargo.
 

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site oficial da instituição, onde estão disponíveis todas as informações detalhadas sobre requisitos, atribuições e etapas do processo seletivo – santacasachavantes.org. A recomendação é que os candidatos preencham corretamente todos os dados no ato da inscrição e acompanhem as comunicações pelo e-mail cadastrado.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação
 

Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp)

Janeiro Roxo chama atenção para a hanseníase, doença que ainda registra 200 mil novos casos por ano no mundo

Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento

A cada ano, cerca de 200 mil novos casos de hanseníase são registrados em aproximadamente 120 países, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O Brasil concentra cerca de 90% dos casos das Américas e ocupa a segunda posição mundial em número de ocorrências, atrás apenas da Índia, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
 

Diante desse cenário, o mês de janeiro é marcado pela campanha Janeiro Roxo, voltada à conscientização sobre a hanseníase, uma doença infecciosa crônica, curável, mas que ainda representa um desafio de saúde pública devido ao diagnóstico tardio, à desinformação e às possíveis complicações quando não tratada adequadamente. A campanha busca ampliar o acesso à informação, estimular a identificação precoce dos sinais da doença e reforçar a importância do tratamento.
 

Segundo a infectologista do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, Dra. Daniela Pereira Lopes,  a hanseníase tem forma conhecida de transmissão e pode ser controlada com acompanhamento médico. “A transmissão ocorre pelas vias aéreas superiores, principalmente por meio da tosse, do espirro ou da fala, a partir de pessoas que estão na forma contagiosa da doença e ainda não iniciaram o tratamento. Não há transmissão pelo contato casual, como abraço, aperto de mão ou compartilhamento de objetos”, explica.
 

A hanseníase é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, uma bactéria de evolução lenta no organismo. A doença exige contato próximo e prolongado com uma pessoa infectante e sem tratamento. A quantidade desse bacilo no corpo define as formas da doença e o risco de transmissão. Pacientes classificados como paucibacilares, com baixa carga da bactéria, não são considerados fontes importantes de transmissão. Já os pacientes multibacilares, com maior quantidade do bacilo, podem transmitir a doença enquanto não iniciam o tratamento. “Assim que o paciente começa a medicação, o bacilo deixa de ser eliminado, o que interrompe a transmissão”, destaca o especialista.
 

Entre os principais sinais e sintomas da hanseníase estão manchas na pele, claras, avermelhadas ou amarronzadas, com perda ou alteração da sensibilidade ao calor, ao frio ou à dor; sensação de formigamento ou fisgadas, especialmente nas mãos e nos pés; diminuição da força muscular; espessamento dos nervos periféricos; redução dos pelos e do suor em áreas afetadas e, em alguns casos, surgimento de nódulos dolorosos. A doença apresenta longo período de incubação, que pode variar de dois a sete anos.
 

De acordo com o infectologista, a perda de sensibilidade é um dos principais sinais de alerta. “Muitas pessoas observam a mancha na pele, mas não dão importância ao fato de não sentirem dor ou temperatura naquele local. Essa alteração da sensibilidade é um indicativo importante e deve ser avaliada por um profissional de saúde”, orienta.
 

O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica dermatológica e neurológica, com análise da pele e dos nervos periféricos. Em situações em que há suspeita de comprometimento neural sem lesões visíveis ou quando os sinais são pouco evidentes, o paciente pode ser encaminhado para unidades de maior complexidade para exames complementares. Em crianças, a investigação é ainda mais criteriosa, já que casos nessa faixa etária podem indicar transmissão ativa no ambiente familiar, exigindo a avaliação dos contatos próximos.
 

Quando não diagnosticada e tratada precocemente, a hanseníase pode evoluir com complicações, principalmente relacionadas às lesões dos nervos, que podem causar dor crônica, perda de força, limitações funcionais e impacto na vida social e profissional do paciente. “Essas sequelas podem ser evitadas quando o tratamento é iniciado no momento adequado, reforçando a importância do diagnóstico precoce”, ressalta a infectologista.
 

O tratamento da hanseníase é gratuito, seguro e eficaz, realizado por meio da Poliquimioterapia Única, que associa rifampicina, dapsona e clofazimina. A duração varia conforme a forma clínica da doença, com seis meses para os casos paucibacilares e doze meses para os multibacilares. Logo no início do tratamento, o paciente deixa de transmitir o bacilo.
 

Para o especialista, a informação continua sendo uma das principais ferramentas de enfrentamento da doença. “A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível no sistema público de saúde. Procurar atendimento ao perceber qualquer alteração de sensibilidade na pele é fundamental para evitar complicações e interromper a transmissão”, finaliza.

Sobre o Hospital Municipal de Itu
 

É uma unidade de referência em procedimentos hospitalares de média e baixa complexidade, além de oferecer Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) ambulatoriais de média e alta complexidade. A instituição conta com 32 leitos destinados a internações clínicas, cirúrgicas e de pacientes adultos, além de dispor de 2 salas de Centro Cirúrgico (CC) e 2 salas de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), garantindo assistência segura e integral à população.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

Predicado Comunicação


Viviane Bucci – [email protected] | (11) 9 1119-2911 (WhatsApp)

Carolina Santaro [email protected] |(11) 9 3072-8305 (WhatsApp)

Vanessa de Oliveira – [email protected] | (11) 9 7529-0140 (WhatsApp)

Carolina Fagnani – [email protected] | (11) 9 9144-5585 (WhatsApp) 

Apresentação do Documentário – Hospital Regional de Vilhena

O Grupo Chavantes, gestor do Hospital Regional de Vilhena (HRV), da UPA e do Instituto do Rim, produziu um documentário que revela a impressionante transformação do hospital, mostrando com clareza e emoção, por meio de imagens que comprovam os argumentos, a diferença entre o que era antes — um hospital marcado pelo abandono e pelo caos que chegou a ser interditado parcialmente — e o que é hoje: um centro de saúde moderno, eficiente e humanizado.

Ao longo do vídeo, você vai acompanhar temas como a reestruturação física do hospital, a retomada das cirurgias, a ampliação da UTI, os avanços na saúde da mulher e da criança, a melhoria nos atendimentos da UPA, o fortalecimento do Instituto do Rim e o impacto das parcerias políticas e institucionais que tornaram essa virada possível.

Mais do que números, o documentário apresenta histórias de superação e cuidado, evidenciando como a gestão transformou o Hospital Regional de Vilhena em referência estadual, com reconhecimento e aprovação de órgãos de controle.

Assista e descubra como Vilhena saiu do caos para se tornar um exemplo de saúde pública em Rondônia.

Confira o vídeo completo https://www.youtube.com/watch?v=pneJxIumthM

Mais carinho, acolhimento e sorrisos na UPA Pediátrica de Serra.

Hoje, nossa unidade ganhou brinquedinhos novos, pensados com muito cuidado para tornar o atendimento das crianças ainda mais leve, humanizado e acolhedor.

Desde a sua inauguração, em 21/11/2023, a UPA Pediátrica de Serra já realizou 170.112 atendimentos pediátricos até dezembro de 2025, reforçando diariamente o compromisso com o cuidado, a atenção e o bem-estar dos pequenos e de suas famílias.

Porque cuidar da saúde também é acolher, confortar e transformar cada atendimento em um gesto de amor.