Hospital Municipal e UPA São José de Americana abrem processos seletivos para contratações em quatro áreas

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi e a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) São José, em Americana, estão com processos seletivos abertos para vagas de auxiliar administrativo, auxiliar de farmácia, enfermeiro(a) e técnico de enfermagem. As inscrições vão até o dia 13 de março.

Para o cargo de enfermeiro(a), as vagas disponíveis são para atuação exclusivamente no horário das 6h às 18h. Já para os demais cargos, a atuação poderá ser das 6h às 18h ou das 18h às 6h. Os candidatos devem possuir disponibilidade para atuar em regime de escala 12×36, incluindo finais de semana e feriados.

As inscrições podem ser feitas por meio dos links:

Edital 04/2026 – Enfermeiro (a) Diurno – Americana/SP – Hospital Municipal

https://santacasadechavantes.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3009111

Edital 04/2026 – Auxiliar de Farmácia – Americana/SP – Hospital Municipal

https://santacasadechavantes.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3009321

Edital 04/2026 – Técnico de Enfermagem – Americana/ SP – UPA São José

https://santacasadechavantes.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3001735

Edital 04/2026 – Auxiliar Administrativo (Recepção) – Americana SP – UPA São José

https://santacasadechavantes.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3009476

Podem participar dos processos seletivos todas as pessoas que atendam aos requisitos das vagas, que também são abertas a pessoas com deficiência (PCD). Os editais incluem contratação e formação de cadastro de reserva.

O Hospital Municipal e a UPA São José são administrados pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

Casos de vírus Nipah na Índia acendem alerta, mas risco de disseminação global é considerado baixo

Infectologista do Hospital Municipal de Itu explica a origem, as formas de transmissão e por que 
não há risco para o Brasil

No início de 2026, autoridades de saúde da Índia notificaram a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a confirmação de dois casos de infecção pelo vírus Nipah no estado de Bengala Ocidental. A notícia ganhou repercussão internacional e levantou questionamentos sobre o risco de uma nova pandemia. Até o momento, no entanto, não há indicação de disseminação do vírus fora do território indiano.
 

Os casos foram registrados entre profissionais de saúde do hospital Barasat. Um dos pacientes apresentou melhora clínica, enquanto o outro permanece em estado crítico. Desde a confirmação, mais de 190 contatos próximos foram monitorados e testados, todos com resultados negativos. A OMS classifica o risco como moderado apenas no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e global.
 

O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1999, durante um surto ocorrido na Malásia e em Singapura. Na ocasião, a infecção esteve associada a trabalhadores que tiveram contato com animais infectados. Desde então, novos episódios foram registrados exclusivamente em países do Sudeste Asiático, como Índia e Bangladesh, regiões que mantêm vigilância constante e protocolos específicos para detecção precoce e controle da doença.
 

Segundo a infectologista do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, Dra. Daniela Lopes, o vírus é considerado zoonótico e tem origem em morcegos frutíferos, que atuam como reservatório natural. “São eles a fonte do vírus na natureza. A infecção em humanos ocorre, principalmente, pelo contato com secreções desses animais ou pelo consumo de alimentos contaminados, como frutas”, explica.
 

A especialista destaca que a transmissão entre pessoas é possível, mas incomum. “Quando acontece, está restrita à fase aguda da doença, após o início dos sintomas, e envolve contato direto com secreções corporais, especialmente em ambientes hospitalares. Por isso, profissionais de saúde costumam concentrar a maior parte dos casos de transmissão secundária”, afirma.
 

O período de incubação do vírus varia, em geral, de 4 a 14 dias, podendo chegar a até 45 dias em situações raras. Diferentemente de vírus respiratórios como os da gripe e da Covid-19, o Nipah não é transmitido antes do início dos sintomas, o que reduz o risco de disseminação ampla.
 

O vírus é considerado especialmente agressivo por afetar o sistema nervoso central. A infecção pode evoluir para encefalite, uma inflamação do cérebro que pode levar a quadros graves, além de infecções respiratórias agudas. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga e tontura. Em alguns dias, o quadro pode evoluir para confusão mental, convulsões, coma e risco de sequelas neurológicas permanentes.
 

O diagnóstico é feito a partir da avaliação clínica associada a exames laboratoriais específicos, como RT-PCR em fluidos corporais e testes de detecção de anticorpos. Não há vacina nem medicamento específico para a doença, e o tratamento é de suporte. A taxa de mortalidade pode chegar a 70%, principalmente nos casos com comprometimento neurológico.
 

De acordo com a infectologista do Hospital Municipal de Itu, não há registros do vírus Nipah no Brasil nem em outros países da América Latina. “A região não apresenta o cenário epidemiológico necessário para a circulação do vírus, o que faz com que o risco permaneça concentrado na Ásia”, explica.
 

Ao final, a médica reforça que, apesar da gravidade da doença, o cenário atual não indica risco para a população brasileira. “O vírus Nipah não se espalha com facilidade entre pessoas e os casos seguem restritos a contextos específicos, com monitoramento constante das autoridades de saúde internacionais”, conclui a Dra. Daniela Lopes.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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UPA Dona Rosa em Americana reforça conscientização sobre prevenção de ISTs no período de Carnaval

A UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Dona Rosa, em Americana, promoveu uma ação especial para reforçar a conscientização voltada à prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), com foco no período de Carnaval.

Durante esta semana que antecede a festividade, a unidade recebeu decoração temática e foi preparada para ficar mais colorida e festiva, tornando o ambiente mais acolhedor e descontraído, tanto para os colaboradores quanto para a população que aguardava atendimento. A iniciativa buscou aproveitar o clima carnavalesco para reforçar, de forma leve e acessível, a importância do cuidado com a saúde.


Por meio de um painel explicativo instalado próximo aos dispensadores de preservativos masculino e feminino, a equipe da unidade compartilhou informações sobre ISTs, formas de transmissão de doenças como HIV, sífilis e hepatites virais, além de orientações sobre prevenção e comportamentos seguros neste período de maior exposição a riscos.

“Reforçamos que o uso de preservativos é uma das principais formas de prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis. Eles estão disponíveis gratuitamente em nossa recepção e podem ser retirados por qualquer pessoa. A prevenção é sempre o melhor caminho e adotar esse cuidado simples faz toda a diferença para um Carnaval mais seguro e uma vida com mais saúde”, afirmou a assistente social da unidade, Alessandra Queiroz.

A UPA Dona Rosa é administrada pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

Sobre o Grupo Chavantes
 

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Banco de Sangue do Hospital Municipal de Americana mantém atendimento no Carnaval

O Banco de Sangue do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, manterá o atendimento aos doadores no feriado de Carnaval. A exceção será na segunda-feira (16), quando o setor estará fechado. Nos demais dias, entre terça (17) e sexta-feira (20), o funcionamento segue normalmente, das 7h30 às 13h. O atendimento no local é realizado por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento. A entrada é pelo estacionamento da Rua Cuiabá, no Jardim Nossa Senhora de Fátima.

Todos os tipos sanguíneos são necessários. A doação de sangue é um gesto simples, mas de grande impacto, visto que uma única doação pode salvar até quatro vidas. A redução dos estoques pode comprometer procedimentos essenciais e atendimentos de emergência.

“A colaboração da população é fundamental para reforçar os estoques de sangue. É importante lembrar que, em períodos festivos como o Carnaval, a demanda costuma aumentar, enquanto os estoques tendem a sofrer queda significativa, o que torna a doação ainda mais necessária”, explica Raquel Rosolen, biomédica do Banco de Sangue.

“Atendimentos de urgência, cirurgias e tratamentos não podem ser interrompidos, e muitos pacientes e vítimas de acidentes dependem diretamente desse gesto de solidariedade. Contamos com o apoio dos doadores para manter os níveis seguros e garantir assistência a quem precisa de sangue para tratamentos e procedimentos”, destaca o diretor do HM, Ruy Santos.

Para doar, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem estar acompanhados dos responsáveis ou apresentar autorização), pesar mais de 50 quilos e apresentar um documento oficial com foto.

Outros critérios para a doação:

– Não estar em jejum

– Evitar o consumo de alimentos gordurosos

– Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação

– Não fumar duas horas antes da doação

– Ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior à doação

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

Hospital Municipal de Americana capacita equipes e reforça protocolo de sepse

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, realiza esta semana uma série de treinamentos com suas equipes para a atualização do protocolo de sepse em pacientes adultos e infantis. Ministrada por Júlia Moretto, enfermeira da Educação Continuada e Qualidade, com apoio do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a capacitação envolve todos os profissionais da equipe assistencial.

A sepse é uma resposta extrema do organismo a uma infecção, que pode evoluir rapidamente e colocar a vida do paciente em risco. Para reforçar a atenção dos profissionais de saúde a essa condição grave e potencialmente fatal, o treinamento apresenta as condutas a serem adotadas em casos de suspeita de sepse e o fluxo para a abertura do protocolo.

O objetivo é qualificar as equipes médica e de enfermagem para o reconhecimento rápido dos sinais e o alinhamento dos protocolos de atendimento, destacando a importância do diagnóstico precoce e da adoção de medidas ágeis, que contribuem para a prevenção de casos graves e a redução da mortalidade associada à doença.

“Na sepse, a deterioração clínica do paciente evolui muito rapidamente, o que exige atendimento médico imediato. Como qualquer infecção pode evoluir para sepse, é fundamental que todos os profissionais estejam atentos aos sinais e capacitados por meio de protocolos bem definidos para atuar com agilidade. Cada minuto é crucial, e, quanto mais cedo o tratamento começa, maiores são as chances de sobrevivência, daí a importância de reforçar o conhecimento e as condutas de atuação junto às nossas equipes com frequência”, explicou Júlia.

De acordo com a diretora técnica do HM, Dra. Eloisa Duzzi, o treinamento reforça o compromisso da instituição com a capacitação contínua dos profissionais e com a segurança dos pacientes. “A segurança do paciente é prioridade no Hospital Municipal de Americana. O enfrentamento da sepse exige conhecimento, protocolos bem definidos e equipes constantemente atualizadas. Esse treinamento reforça nosso compromisso em salvar vidas e oferecer um atendimento ágil, preciso e cada vez mais seguro à população”, afirmou.

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

Casos de dengue despencam após pico em 2024 e país registra cenário mais controlado em 2026

Queda nos casos é associada à intensificação de campanhas de prevenção e conscientização, aponta infectologista da Santa Casa de Chavantes 

Após o pico registrado em 2024, quando o Brasil contabilizou mais de 5,9 milhões de casos prováveis de dengue e 6.321 mortes, os números da doença mostram uma queda expressiva nos anos seguintes, segundo dados do monitoramento das arboviroses do Ministério da Saúde. Em 2025, foram registrados 1,4 milhão de casos e 1.787 óbitos. Já em 2026, até o momento, o país soma 11.975 casos prováveis, sem mortes confirmadas, além de um coeficiente de incidência de 5,6, bem abaixo dos índices observados nos anos anteriores.
 

A dengue é uma doença viral transmitida principalmente pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, que se prolifera em locais com água parada, comuns em áreas urbanas. A transmissão ocorre quando o mosquito se infecta ao picar uma pessoa doente e, posteriormente, transmite o vírus a outras pessoas. O aumento das temperaturas e das chuvas favorece a reprodução do inseto e eleva o risco de circulação da doença.
 

Os sintomas costumam surgir entre quatro e dez dias após a picada e incluem febre alta, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dor atrás dos olhos, náuseas, cansaço intenso e manchas vermelhas pelo corpo. Em casos mais graves, podem aparecer sinais de alerta, como dor abdominal persistente, vômitos repetidos, sangramentos e queda da pressão arterial.
 

“O reconhecimento precoce dos sintomas é fundamental para evitar complicações. Quando o paciente procura atendimento logo no início do quadro, é possível acompanhar a evolução da doença e reduzir o risco de formas graves”, explica a infectologista da Santa Casa de Chavantes, Dra. Camila Real Pelloso.
 

Para a especialista, a redução expressiva dos casos está diretamente ligada às ações de prevenção. “A intensificação das campanhas de orientação e o trabalho contínuo de conscientização ajudam a população a entender como o mosquito se prolifera e o que pode ser feito dentro de casa para eliminar focos. Esse esforço coletivo tem impacto direto na queda dos números”, afirma.
 

Entre as principais medidas preventivas estão eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas d’água e reservatórios bem fechados, limpar calhas e ralos e descartar corretamente lixo e entulho. A orientação é que, diante de sintomas compatíveis com dengue, a população evite a automedicação e procure atendimento médico.

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Crédito foto: Freepik gerada por IA/Divulgação.

Consumo excessivo de álcool acende alerta do Samu durante o Carnaval em Marília

Levantamento da unidade aponta aumento de atendimentos por intoxicação alcoólica no período de festas; médico orienta cuidados para evitar emergências

O Carnaval é um dos feriados mais aguardados pelos brasileiros, marcado por festas, blocos de rua e grandes aglomerações. Mas, junto com a folia, cresce também o número de atendimentos de urgência relacionados ao consumo excessivo de álcool, desidratação, exposição prolongada ao sol e quedas. Em Marília, o Samu registrou aumento significativo de ocorrências desse tipo nos períodos de maior concentração de festas.
 

De acordo com levantamento do Samu de Marília, gerenciado pelo Grupo Chavantes, somente em janeiro, período que inclui as comemorações de Ano Novo e férias, foram registrados 39 atendimentos por intoxicação e excesso de álcool. Em fevereiro, o número chegou a 25 casos. Já em março, quando o Carnaval ocorreu no ano passado, houve novo aumento, com 44 ocorrências. Em abril, após o fim das festividades, os atendimentos caíram para 20 registros.
 

Segundo o médico regulador da unidade, Dr. João Paulo Bermudes, o consumo rápido e em grande quantidade é um dos principais fatores de risco. “O álcool em excesso pode causar intoxicação imediata, com perda de coordenação, falhas de memória, vômitos e desidratação, além de favorecer comportamentos de risco”, explica.

Além dos sintomas iniciais, os casos mais graves podem evoluir rapidamente. “A intoxicação alcoólica pode levar a complicações sérias, como arritmias cardíacas, parada respiratória, coma e até morte. Por isso, é fundamental reconhecer os sinais e procurar ajuda o quanto antes”, alerta o médico.
 

Durante os dias de Carnaval, o Samu reforça que os cuidados devem ir além do consumo de bebida alcoólica. A combinação de calor intenso, longos períodos em pé, multidões e uso de fantasias inadequadas pode provocar mal-estar, desmaios e quedas. “Manter-se hidratado, alimentar-se corretamente, usar roupas leves e respeitar os próprios limites são medidas simples que evitam boa parte das ocorrências que atendemos nesse período”, orienta o Dr. João.
 

Em caso de mal-estar durante festas ou blocos, a recomendação é se afastar imediatamente da multidão, procurar um local arejado e pedir ajuda. “Se a pessoa apresentar confusão mental, vômitos persistentes, dificuldade para respirar, perda de consciência ou sofrer uma queda com impacto, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente pelo 192”, reforça.
 

O Samu de Marília destaca que a prevenção é a principal aliada para um Carnaval mais seguro. “A folia pode e deve ser aproveitada, mas com responsabilidade. Pequenos cuidados fazem toda a diferença para evitar que a festa termine em uma emergência”, conclui o médico regulador.

 

Sobre o Grupo Chavantes
 

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Banco de Sangue do HM em Americana é ponto de coleta do projeto Tampinhas que Curam

O Banco de Sangue do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, agora é ponto oficial de arrecadação do projeto solidário Tampinhas que Curam. A iniciativa socioambiental, totalmente voluntária, arrecada tampinhas plásticas e lacres de latinhas e reverte os recursos obtidos com a reciclagem em assistência médica, psicológica e financeira para crianças em tratamento contra o câncer.

A população pode contribuir juntando tampinhas plásticas e entregando diretamente na caixa de coleta do Banco de Sangue do HM. A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, em prédio anexo ao Hospital Municipal, com entrada pelo estacionamento da Rua Cuiabá, no Jardim Nossa Senhora de Fátima.

“Pedimos a colaboração de toda a população de Americana para que traga suas tampinhas e nos ajude nessa iniciativa solidária. Nem todos podem contribuir financeiramente com esse tipo de causa, mas todos nós produzimos resíduos no nosso dia a dia, e separar tampinhas plásticas para doação é uma forma acessível de ajudar a salvar vidas e ainda cuidar do meio ambiente”, destaca a biomédica do Banco de Sangue, Raquel Rosolen.

Além de ajudar crianças em tratamento oncológico, a ação também promove a sustentabilidade, evitando o descarte inadequado desses materiais e incentivando a reciclagem.

“Esse gesto simples gera um impacto social e ambiental muito importante. Cada tampinha faz a diferença na vida dessas crianças e de suas famílias. Quanto maior o número de doações, maior será o apoio oferecido às crianças em tratamento oncológico”, reforça o diretor do HM, Ruy Santos.

Desde sua idealização, em 2021, o projeto Tampinhas que Curam já coletou mais de 270 toneladas de tampinhas plásticas e oito toneladas de lacres de latinhas, beneficiando mais de 3,5 mil crianças. Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo site www.tampinhasquecuram.com.br.

“Essa parceria reforça o papel do Hospital Municipal como um espaço de cuidado que vai além do atendimento clínico. Ao abrirmos as portas do nosso Banco de Sangue para esse projeto, estamos unindo a saúde pública à solidariedade da nossa população, para amparar crianças que enfrentam uma batalha tão difícil. É um convite para que o cidadão de Americana, que já é muito participativo, transforme um hábito simples de reciclagem em um suporte direto e real para quem mais precisa”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Danilo Carvalho Oliveira.

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes

Equipe do Hospital Regional de Campo Maior participa de evento nacional sobre Lean nas Emergências

Participação reforça qualificação dos processos assistenciais e da gestão da urgência e emergência

Nos dias 3 e 4 de fevereiro, a equipe de Gestão de Alta Performance em Emergência (GAPE) do Hospital Regional de Campo Maior, gerenciado pelo Grupo Chavantes, participou do evento Projeto Lean nas Emergências Ciclo 10, realizado em Brasília.

Representaram o hospital Leda Barroso; a responsável técnica de enfermagem, Gleiciane de Andrade; a coordenadora de enfermagem do Pronto-Socorro, Ellem Cristina de Araújo Veneranda, enfermeira do Núcleo de Educação Permanente; e Maressa de Oliveira Rocha, enfermeira do Núcleo de Regulação Interna de Leitos.

O Projeto Lean nas Emergências tem como foco a formação de multiplicadores e a disseminação da cultura de melhoria contínua nos serviços de urgência e emergência. Segundo a presidente do Grupo Chavantes, Letícia Bellotto Turim, a participação no evento reforça o compromisso com a qualificação da assistência. “O Lean é uma ferramenta estratégica que contribui para a organização dos fluxos, o fortalecimento das equipes e a melhoria dos processos assistenciais, com impacto direto na segurança do paciente e na qualidade do atendimento”, afirma.

Durante o evento, foram discutidos temas como a jornada de transformação cultural, o engajamento das equipes, o planejamento terapêutico e a organização dos processos assistenciais, com foco na qualificação da porta de entrada da urgência e emergência.

A implantação do Lean nas Emergências no Hospital Regional de Campo Maior promove uma mudança estruturada e sustentável na gestão da urgência e emergência, fortalecendo a padronização dos fluxos assistenciais, aprimorando a comunicação entre as equipes multiprofissionais e contribuindo para decisões mais seguras e oportunas.

Além disso, o modelo estimula o uso de indicadores, a análise crítica dos processos e a atuação dos multiplicadores como agentes de transformação, favorecendo o alinhamento entre assistência, gestão e regulação, com reflexos diretos no tempo de resposta e na qualidade do cuidado prestado à população.

Para a presidente, os resultados vão além da gestão. “Essa modelo impacta diretamente a segurança do paciente, contribui para a redução de riscos, melhora o tempo de resposta e eleva a qualidade do cuidado oferecido nos serviços de urgência e emergência”, destaca.

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Hospital Municipal de Americana recebe doação de acessórios para ampliar humanização na UTI Neonatal

A UTI Neonatal do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, recebeu nesta semana a doação de acessórios voltados à humanização do atendimento e à melhoria da qualidade da assistência prestada aos recém-nascidos prematuros. Entre os itens recebidos, estão capas e ninhos de incubadoras, almofadas de amamentação e tops para o método canguru. Os acessórios têm como objetivo proporcionar maior conforto térmico, postural e sensorial aos bebês, contribuindo para a criação de um ambiente mais acolhedor e semelhante às condições intrauterinas.

De acordo com a gerente assistencial do HM, Sarah Guimarães, os itens recebidos contribuem para oferecer mais conforto e acolhimento aos prematuros. “Esses acessórios representam um avanço importante na humanização e na qualidade do cuidado prestado pela UTI Neonatal. Eles contribuem diretamente para o conforto, a organização postural e a redução de estímulos estressantes, como luz e ruído, criando um ambiente mais seguro e acolhedor, essencial para o desenvolvimento neurológico dos recém-nascidos prematuros”, destacou.

A capa de incubadora é um acessório que reduz a incidência direta de luz e minimiza estímulos visuais excessivos, enquanto o ninho de incubadora proporciona conforto e suporte ao corpo do bebê, simulando o aconchego do útero. O top para o método canguru auxilia o contato pele a pele seguro entre o prematuro e a mãe ou o pai, fortalecendo o vínculo familiar e contribuindo para a regulação térmica, respiratória e emocional do recém-nascido. Já a almofada de amamentação é um item que oferece apoio ergonômico para a mãe ou cuidador, facilitando o posicionamento seguro do bebê durante a amamentação.

As peças foram entregues pela empresa Ninhos Baby, responsável pela confecção. Na ocasião, a equipe de enfermagem que atua na UTI Neonatal participou de um treinamento sobre o uso correto dos acessórios, assegurando a aplicação adequada e segura dos materiais no cuidado diário aos recém-nascidos internados. Todas as peças são feitas de tecido impermeável, que é resistente e permite uma higienização mais prática.

“Esses recursos ajudam a organizar o sono e o comportamento do recém-nascido prematuro, diminuindo o estresse e favorecendo a estabilidade clínica e o neurodesenvolvimento”, explicou Sarah.

Grande parte do recurso utilizado para a aquisição dos acessórios foi viabilizada por meio de doação de um empresário que se sensibilizou com a causa após vivenciar a experiência de ter um filho prematuro. Ao compreender de forma direta a importância da UTI Neonatal e do cuidado especializado oferecido nesse ambiente, o doador decidiu contribuir para fortalecer a humanização e a qualidade da assistência prestada aos bebês e suas famílias.

“Essa iniciativa reforça o nosso compromisso com uma saúde mais humana e eficiente. O apoio da iniciativa privada, vindo de quem sentiu na pele a importância do atendimento especializado, é um reconhecimento valioso ao trabalho desenvolvido no nosso Hospital Municipal. Mais do que acessórios, estamos oferecendo dignidade e um ambiente de recuperação muito mais acolhedor tanto para os pequenos guerreiros da UTI Neonatal quanto para seus pais, garantindo um cuidado que vai além do aspecto clínico”, ressaltou o secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho Oliveira.

O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.

Texto: Tatiane Ceron (MTb 56.242) / Assessoria de Comunicação do Grupo Chavantes