Santa Casa de Chavantes recebe recertificação da Acreditação ONA

Certificação nacional reconhece padrões de qualidade assistencial, segurança do paciente e gestão de processos

A Santa Casa de Chavantes recebeu, na sexta-feira (23), a recertificação da Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA). A avaliação foi realizada nos dias 2 e 3 de dezembro por avaliadores do Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde (IBES), instituição credenciada pela ONA.
 

A instituição conquistou a certificação pela primeira vez em 2023 e, agora, passa pelo processo de recertificação, mantendo os padrões exigidos de qualidade e segurança assistencial. À época da conquista inicial, a Santa Casa de Chavantes tornou-se a 5ª Santa Casa do Estado de São Paulo e a 14ª do Brasil a obter a acreditação ONA.
 

O processo avaliativo incluiu visitas presenciais a diferentes setores da unidade, entrevistas com profissionais e análise de documentos, indicadores e dados assistenciais. São examinadas todas as áreas de atuação da instituição, incluindo aspectos estruturais, organizacionais e assistenciais.
 

Para a presidente do Grupo Chavantes, Leticia Bellotto Turim, a recertificação é resultado de um trabalho contínuo. “A ONA avalia a prática cotidiana, o envolvimento das equipes e a forma como a instituição gerencia riscos, processos e a segurança do paciente”, afirma.
 

Segundo ela, o processo também contribui para o aprimoramento da gestão. “Cada avaliação traz apontamentos que ajudam a ajustar fluxos e fortalecer rotinas. A recertificação indica consistência no trabalho, mas reforça que a qualidade precisa ser mantida diariamente”, completa.

Sobre a Acreditação ONA
 

A Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA) é concedida a instituições de saúde que cumprem ou superam, em 70% ou mais, os padrões e requisitos de qualidade e segurança estabelecidos pela metodologia da entidade. O processo avalia todas as áreas de atuação da instituição, incluindo aspectos estruturais, organizacionais e assistenciais, com foco na segurança do paciente e na gestão dos processos.
 

No cenário nacional, a certificação ainda é restrita. Dos cerca de 6.800 hospitais existentes no Brasil, pouco mais de 450 possuem algum nível de acreditação ONA. Desses, apenas 94 são hospitais públicos.
 

Para a presidente, esse contexto amplia a responsabilidade da instituição. “Estar entre os hospitais acreditados reforça o compromisso com boas práticas e com a assistência prestada aos pacientes, aos profissionais e ao sistema público de saúde”, conclui.

Crédito foto: Grupo Chavantes/Divulgação. 

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

Assessoria de Imprensa do Grupo Chavantes

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Visita de Diagnóstico HCOR na UPA Dona Rosa, em Americana

UPA Dona Rosa avança na qualificação do atendimento a casos de AVC, Sepse e Dor Torácica
A unidade de pronto atendimento UPA Dona Rosa recebeu uma visita diagnóstica no dia 21/01/26 voltada à implantação do Projeto de Boas Práticas para o atendimento de pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), Sepse e Dor Torácica — condições consideradas tempo-dependentes, nas quais a agilidade no atendimento é determinante para salvar vidas e reduzir sequelas.


A iniciativa tem como foco a análise dos fluxos assistenciais, a organização dos processos internos e o fortalecimento dos protocolos clínicos, promovendo respostas mais rápidas, seguras e eficazes desde a chegada do paciente até a conduta adequada. Com a implantação do projeto, a equipe passa a contar com um trabalho estruturado de melhorias contínuas, capacitação profissional e alinhamento das práticas assistenciais às diretrizes de segurança do paciente e qualidade do cuidado. O objetivo é claro: tornar a unidade uma referência no atendimento desses agravos, oferecendo à população um cuidado cada vez mais ágil, organizado e resolutivo. A busca pela excelência é um compromisso permanente, e cada avanço representa mais segurança e qualidade na assistência prestada

Janeiro Branco na UPA Dona Rosa, em Americana

Nesta semana, a UPA Dona Rosa realizou uma atividade em alusão ao Janeiro Branco. Os colaboradores tiveram a oportunidade de participar de um momento conduzido pela Psicóloga Paola Cristina Cunha – CRP 06/158661, que abordou o tema de forma leve, acolhedora e esclarecedora junto à equipe.
Durante o encontro, foram compartilhadas e vivenciadas estratégias de respiração voltadas à regulação emocional, redução da ansiedade e manejo de crises de pânico. As técnicas apresentadas atuam diretamente no sistema nervoso, auxiliando na desaceleração do ritmo cardíaco e no aumento da sensação de segurança e bem-estar.
A ação proporcionou um espaço de cuidado, escuta e fortalecimento da saúde mental dos colaboradores.
Cuidar de quem cuida também é prioridade

UPA de Carapina, em Serra (ES), abre processo seletivo para vagas de emprego

Administrada pelo Grupo Chavantes, funções abrangem áreas operacionais, administrativas e assistencial

O Grupo Chavantes, que administra a UPA de Carapina, no município de Serra (ES), abriu processo seletivo para novas oportunidades de trabalho. As vagas são destinadas a profissionais de diferentes áreas da saúde e administrativa, com contratação pelo regime CLT e atuação presencial.
 

Entre as oportunidades disponíveis estão os cargos de EnfermeiroTécnico de EnfermagemAuxiliar de LaboratórioAuxiliar AdministrativoAuxiliar de Saúde Bucal e Controlador de Acesso, todos vinculados ao Edital 001/2026. As vagas contemplam diferentes níveis de escolaridade, desde ensino médio até graduação, com salários que variam conforme o cargo, além de benefícios como vale-transporte e vale-alimentação.
 

Segundo a presidente do Grupo Chavantes, Dra. Letícia Bellotto Turim, a abertura das vagas reforça o compromisso da instituição com a qualidade da assistência prestada à população. “A formação de equipes qualificadas e comprometidas é fundamental para garantir um atendimento humanizado, seguro e eficiente. Nosso objetivo é fortalecer os serviços de saúde e, ao mesmo tempo, gerar oportunidades de trabalho para a comunidade”, afirma.
 

Todas as vagas são abertas à participação de pessoas com deficiência (PCD) e de profissionais de diferentes raças, gêneros, identidades, orientações, idades e contextos socioculturais. O processo seletivo inclui etapas como análise curricular, prova teórica e entrevista comportamental e técnica, que podem ocorrer de forma presencial ou on-line, conforme o cargo.
 

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site oficial da instituição, onde estão disponíveis todas as informações detalhadas sobre requisitos, atribuições e etapas do processo seletivo – santacasachavantes.org. A recomendação é que os candidatos preencham corretamente todos os dados no ato da inscrição e acompanhem as comunicações pelo e-mail cadastrado.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

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Janeiro Roxo chama atenção para a hanseníase, doença que ainda registra 200 mil novos casos por ano no mundo

Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, reforça a importância do diagnóstico precoce e do tratamento

A cada ano, cerca de 200 mil novos casos de hanseníase são registrados em aproximadamente 120 países, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O Brasil concentra cerca de 90% dos casos das Américas e ocupa a segunda posição mundial em número de ocorrências, atrás apenas da Índia, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
 

Diante desse cenário, o mês de janeiro é marcado pela campanha Janeiro Roxo, voltada à conscientização sobre a hanseníase, uma doença infecciosa crônica, curável, mas que ainda representa um desafio de saúde pública devido ao diagnóstico tardio, à desinformação e às possíveis complicações quando não tratada adequadamente. A campanha busca ampliar o acesso à informação, estimular a identificação precoce dos sinais da doença e reforçar a importância do tratamento.
 

Segundo a infectologista do Hospital Municipal de Itu, gerenciado pelo Grupo Chavantes, Dra. Daniela Pereira Lopes,  a hanseníase tem forma conhecida de transmissão e pode ser controlada com acompanhamento médico. “A transmissão ocorre pelas vias aéreas superiores, principalmente por meio da tosse, do espirro ou da fala, a partir de pessoas que estão na forma contagiosa da doença e ainda não iniciaram o tratamento. Não há transmissão pelo contato casual, como abraço, aperto de mão ou compartilhamento de objetos”, explica.
 

A hanseníase é causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, uma bactéria de evolução lenta no organismo. A doença exige contato próximo e prolongado com uma pessoa infectante e sem tratamento. A quantidade desse bacilo no corpo define as formas da doença e o risco de transmissão. Pacientes classificados como paucibacilares, com baixa carga da bactéria, não são considerados fontes importantes de transmissão. Já os pacientes multibacilares, com maior quantidade do bacilo, podem transmitir a doença enquanto não iniciam o tratamento. “Assim que o paciente começa a medicação, o bacilo deixa de ser eliminado, o que interrompe a transmissão”, destaca o especialista.
 

Entre os principais sinais e sintomas da hanseníase estão manchas na pele, claras, avermelhadas ou amarronzadas, com perda ou alteração da sensibilidade ao calor, ao frio ou à dor; sensação de formigamento ou fisgadas, especialmente nas mãos e nos pés; diminuição da força muscular; espessamento dos nervos periféricos; redução dos pelos e do suor em áreas afetadas e, em alguns casos, surgimento de nódulos dolorosos. A doença apresenta longo período de incubação, que pode variar de dois a sete anos.
 

De acordo com o infectologista, a perda de sensibilidade é um dos principais sinais de alerta. “Muitas pessoas observam a mancha na pele, mas não dão importância ao fato de não sentirem dor ou temperatura naquele local. Essa alteração da sensibilidade é um indicativo importante e deve ser avaliada por um profissional de saúde”, orienta.
 

O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica dermatológica e neurológica, com análise da pele e dos nervos periféricos. Em situações em que há suspeita de comprometimento neural sem lesões visíveis ou quando os sinais são pouco evidentes, o paciente pode ser encaminhado para unidades de maior complexidade para exames complementares. Em crianças, a investigação é ainda mais criteriosa, já que casos nessa faixa etária podem indicar transmissão ativa no ambiente familiar, exigindo a avaliação dos contatos próximos.
 

Quando não diagnosticada e tratada precocemente, a hanseníase pode evoluir com complicações, principalmente relacionadas às lesões dos nervos, que podem causar dor crônica, perda de força, limitações funcionais e impacto na vida social e profissional do paciente. “Essas sequelas podem ser evitadas quando o tratamento é iniciado no momento adequado, reforçando a importância do diagnóstico precoce”, ressalta a infectologista.
 

O tratamento da hanseníase é gratuito, seguro e eficaz, realizado por meio da Poliquimioterapia Única, que associa rifampicina, dapsona e clofazimina. A duração varia conforme a forma clínica da doença, com seis meses para os casos paucibacilares e doze meses para os multibacilares. Logo no início do tratamento, o paciente deixa de transmitir o bacilo.
 

Para o especialista, a informação continua sendo uma das principais ferramentas de enfrentamento da doença. “A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível no sistema público de saúde. Procurar atendimento ao perceber qualquer alteração de sensibilidade na pele é fundamental para evitar complicações e interromper a transmissão”, finaliza.

Sobre o Hospital Municipal de Itu
 

É uma unidade de referência em procedimentos hospitalares de média e baixa complexidade, além de oferecer Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) ambulatoriais de média e alta complexidade. A instituição conta com 32 leitos destinados a internações clínicas, cirúrgicas e de pacientes adultos, além de dispor de 2 salas de Centro Cirúrgico (CC) e 2 salas de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), garantindo assistência segura e integral à população.

Sobre o Grupo Chavantes
 

A OSS (Organização Social de Saúde) Grupo Chavantes gerencia mais de 30 projetos espalhados em seis estados brasileiros, o que a posiciona como a oitava maior entidade do setor no país, com uma gestão anual de aproximadamente R$ 720 milhões.

 

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Apresentação do Documentário – Hospital Regional de Vilhena

O Grupo Chavantes, gestor do Hospital Regional de Vilhena (HRV), da UPA e do Instituto do Rim, produziu um documentário que revela a impressionante transformação do hospital, mostrando com clareza e emoção, por meio de imagens que comprovam os argumentos, a diferença entre o que era antes — um hospital marcado pelo abandono e pelo caos que chegou a ser interditado parcialmente — e o que é hoje: um centro de saúde moderno, eficiente e humanizado.

Ao longo do vídeo, você vai acompanhar temas como a reestruturação física do hospital, a retomada das cirurgias, a ampliação da UTI, os avanços na saúde da mulher e da criança, a melhoria nos atendimentos da UPA, o fortalecimento do Instituto do Rim e o impacto das parcerias políticas e institucionais que tornaram essa virada possível.

Mais do que números, o documentário apresenta histórias de superação e cuidado, evidenciando como a gestão transformou o Hospital Regional de Vilhena em referência estadual, com reconhecimento e aprovação de órgãos de controle.

Assista e descubra como Vilhena saiu do caos para se tornar um exemplo de saúde pública em Rondônia.

Confira o vídeo completo https://www.youtube.com/watch?v=pneJxIumthM

Mais carinho, acolhimento e sorrisos na UPA Pediátrica de Serra.

Hoje, nossa unidade ganhou brinquedinhos novos, pensados com muito cuidado para tornar o atendimento das crianças ainda mais leve, humanizado e acolhedor.

Desde a sua inauguração, em 21/11/2023, a UPA Pediátrica de Serra já realizou 170.112 atendimentos pediátricos até dezembro de 2025, reforçando diariamente o compromisso com o cuidado, a atenção e o bem-estar dos pequenos e de suas famílias.

Porque cuidar da saúde também é acolher, confortar e transformar cada atendimento em um gesto de amor.

Afastamentos por transtornos mentais batem recorde e acendem alerta entre profissionais da saúde. Grupo Chavantes desenvolve iniciativas voltadas ao acolhimento e ao cuidado emocional de seus colaboradores.

O Brasil enfrenta uma crise de saúde mental com impacto direto no mercado de trabalho. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2024, quase meio milhão de afastamentos foram concedidos por transtornos mentais, o maior número registrado em pelo menos dez anos. Do total de 3,5 milhões de pedidos de licença ao INSS no ano, 472.328 foram motivados por questões relacionadas à saúde mental, um aumento de 68% em relação a 2023, quando foram concedidos 283 mil benefícios.
 

Os números refletem um cenário de adoecimento que, está ligado à pressão do mercado de trabalho, às mudanças nas relações profissionais e às consequências deixadas pela pandemia de Covid-19. Transtornos como ansiedade, depressão e burnout aparecem entre as principais causas de afastamento, afetando trabalhadores de diferentes áreas, com impacto ainda maior entre os profissionais da saúde.
 

É nesse contexto que a campanha Janeiro Branco chama a atenção para a importância do cuidado contínuo com a saúde mental. A iniciativa propõe reflexões sobre prevenção, diagnóstico e tratamento de transtornos psíquicos, reforçando que o cuidado emocional deve fazer parte da rotina ao longo de todo o ano, especialmente entre aqueles que atuam na linha de frente da assistência à população.
 

Entre os transtornos mais frequentes está a depressão, que atinge cerca de 15,5% da população brasileira ao longo da vida, segundo o Ministério da Saúde. O quadro envolve tristeza persistente, apatia, perda de interesse, cansaço, alterações do sono e do apetite, além de dificuldades de concentração. O Transtorno de Ansiedade Generalizada, conhecido como TAG, é caracterizado por preocupação excessiva e contínua, acompanhada de sintomas físicos como tensão muscular, palpitações e falta de ar.
 

O transtorno bipolar se manifesta por oscilações intensas de humor, alternando episódios de depressão e fases de euforia ou agitação. Já a síndrome de burnout está associada ao esgotamento físico e emocional relacionado ao trabalho, comum em ambientes de alta pressão. A síndrome do pânico, por sua vez, provoca crises súbitas de ansiedade intensa, com sintomas físicos e medo de perder o controle, impactando diretamente a rotina e a vida social.
 

De forma geral, o tratamento envolve psicoterapia, acompanhamento médico quando indicado, uso de medicação em alguns casos e mudanças no estilo de vida, como melhora da qualidade do sono, prática de atividade física e redução de fatores estressores. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o agravamento dos quadros e afastamentos prolongados do trabalho.
 

De acordo com a psicóloga Carolina Caetano – também assessora da presidência do Grupo Chavantes (organização social de saúde responsável pela gestão de mais de 30 projetos em diferentes regiões do país), o cuidado com a saúde mental precisa estar integrado à gestão das instituições de saúde. “Profissionais da área lidam diariamente com situações de alta carga emocional, pressão assistencial e decisões complexas. Estruturar ações de acolhimento, escuta qualificada e acompanhamento psicológico é fundamental para reduzir o adoecimento e fortalecer quem está na linha de frente do cuidado”, afirma.
 

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos, realizada entre 2021 e 2022, aponta indicadores preocupantes entre profissionais da saúde. Segundo o estudo, 86% relataram sintomas de síndrome de burnout e 81% estresse. O levantamento também identificou sintomas depressivos em diferentes graus, sendo 22% leves, 16% moderados e 8% severos. Além disso, 74,4% dos profissionais apresentaram má qualidade do sono, fator que agrava o desgaste físico e emocional.

 

Ações de cuidado e apoio aos colaboradores
 

Diante desse cenário, o Grupo Chavantes tem adotado iniciativas voltadas ao cuidado integral de seus colaboradores, entendendo que a qualidade da assistência também passa pelo bem-estar de quem cuida.

Entre as ações está o programa de acolhimento à primeira e segunda vítima, um fluxo estruturado de apoio aos profissionais envolvidos em eventos adversos e situações críticas no ambiente de trabalho. A iniciativa oferece escuta qualificada e acompanhamento terapêutico com psicóloga externa, garantindo suporte emocional após episódios de estresse e sofrimento.
 

O grupo também disponibiliza um conjunto de benefícios corporativos voltados à promoção da saúde integral, ampliando o acesso a cuidados físicos, emocionais e ao bem-estar. Por meio de plataformas como TotalPass, os colaboradores podem participar de atividades físicas em academias e estúdios parceiros, o que contribui para a redução do estresse, melhora do humor e fortalecimento da saúde mental, além dos benefícios físicos. Já os serviços de Psicologia Viva e Conexa possibilitam o atendimento com profissionais especializados de forma acessível e contínua.
 

Além disso, os colaboradores contam com clubes de desconto que oferecem vantagens em hotéis, pousadas e serviços voltados ao bem-estar, cuidado e lazer, contribuindo para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
 

A presidente do Grupo Chavantes e advogada especializada no terceiro setor, Dra. Leticia Bellotto Turim, destaca que o cuidado com o colaborador é parte essencial da gestão em saúde. “Não é possível falar em assistência de qualidade sem olhar para quem está diariamente sustentando esse sistema. Investir em escuta, acolhimento e condições adequadas de trabalho é uma responsabilidade institucional e um compromisso com a sustentabilidade do cuidado”.
 

Ela reforça que iniciativas como canais de ouvidoria, comitê de ética e compliance também fazem parte dessa estratégia, ao garantir espaços seguros e confidenciais para que os profissionais possam se manifestar. “Cuidar de quem cuida é uma escolha que impacta diretamente na prestação dos serviços, na saúde das equipes e, principalmente, da população atendida”, conclui.

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Acidentes com crianças aumentam durante as férias – Samu de Marília alerta para os acidentes mais comuns nesta época e orienta sobre como agir em emergências.

Durante o período de férias escolares, o número de acidentes envolvendo crianças tende a crescer, principalmente em ambientes domésticos e áreas de lazer. A mudança na rotina, o maior tempo em casa e a exposição a atividades recreativas elevam os riscos e exigem atenção redobrada de pais e responsáveis.
 

No Brasil, o afogamento é a segunda principal causa de morte acidental em crianças de 0 a 14 anos. A média é de três mortes por dia, sendo a faixa etária de 1 a 4 anos a mais vulnerável. A maioria dos casos ocorre em piscinas e dentro de casa, em locais como baldes e banheiras, geralmente associada à falta de supervisão. Entre adolescentes, os óbitos são mais frequentes em rios, lagos e represas, e o verão contribui para o aumento dessas ocorrências.
 

Outro tipo de acidente frequente neste período envolve queimaduras. Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) apontam que em 2024 cerca de 14 mil hospitalizações de crianças e adolescentes por esse motivo. As queimaduras térmicas são as mais recorrentes, especialmente as escaldantes, causadas por líquidos quentes, além daquelas provocadas por fogo, chamas e objetos aquecidos. A cozinha é considerada o ambiente mais perigoso da casa para as crianças.
 

Além de afogamentos e queimaduras, entre os acidentes mais comuns envolvendo crianças estão as intoxicações acidentais por produtos de limpeza e medicamentos, a ingestão de objetos pequenos e os traumatismos cranianos decorrentes de quedas e impactos.
 

Em Marília, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), gerenciado pelo Grupo Chavantes, atua diariamente no atendimento a esse tipo de ocorrência e reforça a importância da prevenção e do acionamento rápido do socorro. “Durante as férias, percebemos um aumento significativo de chamados envolvendo crianças, principalmente por afogamentos, queimaduras e quedas. São situações que, muitas vezes, acontecem em poucos segundos e podem ser evitadas com supervisão constante”, afirma o médico regulador do Samu de Marília, Dr. João Paulo Bermudes.
 

Em emergências, a orientação é ligar imediatamente para o número 192. “A central de regulação médica orienta os familiares por telefone enquanto a equipe se desloca até o local. Essas primeiras instruções fazem diferença no desfecho do atendimento”, explica o médico.
 

O médico regulador reforça que, em casos de afogamento, além do acionamento do Samu pelo 192, é fundamental também chamar o Corpo de Bombeiros pelo número 193, especialmente quando a vítima ainda está dentro da água ou há necessidade de resgate aquático. “O Corpo de Bombeiros realiza o salvamento em ambientes aquáticos, enquanto o Samu atua no atendimento médico fora da água. Em situações de submersão, os dois serviços devem ser acionados”, orienta.
 

Em situações de queimadura, a recomendação é resfriar imediatamente a área atingida com água corrente fria, sem uso de gelo, por cerca de 15 a 20 minutos, evitando qualquer substância caseira. Já em casos de intoxicação ou ingestão de objetos, não se deve provocar vômito e o atendimento deve ser acionado imediatamente.
 

“A combinação entre informação, ambientes mais seguros e atenção permanente dos responsáveis é fundamental para reduzir acidentes graves durante esse período”, afirma Bermudes. 

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Unacon de Americana registra milhares de atendimentos oncológicos em 2025

A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), em Americana, registrou, ao longo de 2025, 27.947 atendimentos, entre consultas médicas e multiprofissionais, procedimentos de enfermagem, cirurgias e sessões de quimioterapia, consolidando-se como referência no tratamento oncológico e no cuidado integral aos pacientes.

No período, foram realizadas 7.010 consultas médicas e 2.163 atendimentos pela equipe multiprofissional, formada por profissionais de psicologia, serviço social e nutrição. A unidade também contabilizou 8.877 sessões de quimioterapia, 9.275 procedimentos de enfermagem, 517 cirurgias eletivas e 105 procedimentos pré-cirúrgicos.

Os dados evidenciam a alta demanda pelos serviços e reforçam a importância da Unacon dentro da rede pública de saúde. O atendimento é realizado por uma equipe multiprofissional que acompanha os pacientes desde o primeiro atendimento até o seguimento clínico, garantindo assistência contínua em todas as fases do tratamento.

Para o diretor geral da unidade, Ruy Santos, os números representam muito mais do que estatísticas. “Cada número que apresentamos carrega uma história, um nome e uma família que deposita em nós a esperança de cuidado e acolhimento. A Unacon não é feita apenas de atendimentos, mas de pessoas que trabalham diariamente com sensibilidade, responsabilidade e compromisso com a vida.”

A unidade dispõe de estrutura adequada para a realização de procedimentos ambulatoriais, pré-cirúrgicos e para a administração de quimioterapia, com monitoramento permanente e suporte de enfermagem especializada. Os serviços seguem protocolos técnicos e de segurança, priorizando a qualidade assistencial e o acolhimento aos pacientes.

“O atendimento oncológico exige acompanhamento contínuo e atuação integrada. Cada consulta, sessão de quimioterapia ou procedimento realizado reflete o trabalho conjunto de uma equipe multiprofissional preparada para oferecer um cuidado seguro e humanizado. Nosso foco é garantir que o paciente seja assistido em todas as etapas do tratamento, com atenção às suas necessidades clínicas e emocionais”, destacou a coordenadora da unidade, Raquel Cordeiro.

Com os resultados registrados ao longo do ano, a Unacon reforça seu papel no fortalecimento da assistência oncológica e na ampliação do acesso ao tratamento de alta complexidade, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população atendida.

A Unacon é administrada pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.